Reabrindo a Caixa Preta de Darwin

de Augustus Nicodemus Lopes

A Chancelaria da Universidade Presbiteriana Mackenzie promoverá o IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje nos dias 22 a 24 de outubro em seu auditório nobre, o Ruy Barbosa. Este ano o palestrante internacional será o conhecido Dr. Michael Behe.

Michael Behe é bioquímico norte-americano, professor-adjunto de bioquímica da universidade de Lehigh, Pensilvânia. Inicialmente, ele aceitava os conceitos da teoria geral da evolução. Todavia, após leitura do livro de Michael Denton, Evolução, Uma Teoria em Crise, passou a questionar a teoria Darwinista. Mais tarde, Behe veio a acreditar que havia evidências, no nível molecular, de que os sistemas biológicos são “irredutivelmente complexos”. Estes sistemas não poderiam, mesmo no princípio ter evoluído pela seleção natural e sim inteligentemente projetados. Estas evidências o levaram a entender que a única explicação possível e alternativa à teoria geral da evolução para a existência de tais estruturas era a intencionalidade inteligente com propósitos racionais e finalísticos, ao contrário da escalada aleatória da teoria da evolução.

Behe publicou o livro A Caixa Preta de Darwin, onde apresenta as suas idéias, e que se tornou um clássico do Design Inteligente. Este livro está esgotado, mas será republicado e lançado durante o evento no Mackenzie.

Estão convidados palestrantes evolucionistas para apresentar o lado do Darwinismo e interagir com Dr. Behe, como manda o ambiente universitário aberto ao contraditório e ao debate.

As inscrições ainda não estão abertas, mas já reserve em sua agenda, pois são limitadas as vagas.

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Luciano Ferrari
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O fruto do Espírito no octógono: MMA combina com cristianismo?

de Danilo Fernandes

Danilo Fernandes

Com a impressionante popularização das competições de artes marciais mistas, o MMA, em especial o famoso UFC – Ultimate Fighting Championship pululam artigos de pastores avaliando a conveniência do envolvimento do cristão nesta atividade esportiva, seja como participante ativo ou mesmo como torcedor.
A maior parte das opiniões defendendo a inconveniência da associação do cristão com esta atividade violenta é sustentada no âmbito comportamental, atropelando a liberdade cristã, no bom estilo da “câmara legislativa draconiana evangélica”. O que é uma pena, pois se perde a oportunidade de confrontar a situação de forma bíblica e ainda reforça a sensação geral entre os jovens de que a ingerência da liderança cristã nesta matéria é mais uma tentativa de imposição de regrinhas religiosas.

Já as opiniões favoráveis ao MMA estão tão obviamente contaminadas com o gosto pessoal dos formuladores que não resistem a uma observação mais imparcial. Há quem encontre honra, disciplina, cooperação, fortalecimento de caráter, nobreza e até arte na modalidade. Cada um enxerga com a lente que lhe apraz…

Para piorar, muitos  defensores evangélicos do esporte insistem em dois caminhos igualmente perigosos: (1) Buscam o testemunho de lutadores famosos declaradamente evangélicos e reforçam o seu argumento baseado em uma construção marqueteada da imagem do esportista de Cristo, um pé na idolatria; ou (2) fazem pior e admitem a extrema violência do esporte fazendo uso do princípio de “São Maquiavel”, de que os fins justificam os meios, vaticinando algo do tipo: “É preferível que um atleta perca um pouco de sangue no octógono do que ele perder a vida para as drogas ou para a criminalidade“; “Os campeonatos e combates atraem jovens e ajudam no evangelismo”; entre outras questões onde uma atitude inconveniente a um cristão é a moeda de troca para um benefício evangelístico ou social.

O legalismo e a santidade
Eu não vejo proveito em regrinhas de religiosos – os tais usos e costumes. Se houve boa intenção um dia, no geral, há ali um entulho que não mais se sustenta na Palavra, mas no entendimento humano, na agenda institucional do fariseu, do legalista, do hipócrita. E, como todo entulho jogado no caminho, atrapalha mais aos que querem entrar, do que aqueles que já estão dentro e bem acostumados com o “lixo de casa”, portanto, entulho legalista desserve à evangelização.
O legalista não está satisfeito com os padrões da justiça de Deus. Ele quer fazer melhor que o Senhor e legisla ele mesmo, segundo as suas próprias aspirações religiosas e pessoais. Em geral, proíbe o que Deus permite e muitas vezes permite o que Deus proíbe. Para os outros, nunca para si! A sua vida pessoal não resiste a um escrutínio superficial. Chafurdado na lama, tristemente, ainda dorme o sono tranquilo embalado pelo grande ansiolítico da humanidade: a hipocrisia religiosa. O santo Rivotril espiritual que escurece todos os espelhos refletindo a sua alma. Quem não se vê, não pode se confrontar. Já confrontar os outros, é sempre fácil!
Tudo isto é muito diferente do percurso da santidade de todo o cristão sincero – uma escolha do Espirito que habita em nós. É Dele que emana a força e a vontade de estar neste caminho pedregoso. Uma vereda difícil, marcada pelos os percalços da tentação, o cambalear de nossos pés sem força, talhados, dada a nossa natureza caída, para o andar irresponsável do caminho largo. 
Só podemos contar com o sustento do Senhor e a Sua Graça. Como disse F.F. Bruce: “A santificação é o começo da glória e a glória é a santificação completada.” Portanto, nós, os escolhidos, todos chegaremos lá, iremos perseverar, mas não sem dor, como alertou John Charles Ryle: “Não há santidade sem luta”.
A regra de fé e prática
Feita esta introdução, sempre que colocado diante de uma situação deste tipo – deve o cristão ir a tal tipo de festa, beber isto ou aquilo, praticar tal esporte, ir a tais lugares, etc. – persigo a resposta na única fonte possível, no livro que é a minha regra de fé e prática. Fujo dos legisladores da igreja.
No presente caso, não encontrei uma única referência, bem interpretada, contextualizada proibindo o cristão de práticar ou dar assistência a este esporte  violento. Portanto, não admoesto o irmão que pratique a luta ou assista aos combates. Entendo que esta é uma questão de liberdade cristã.
Todavia, precisamente na linha da liberdade cristã,  encontro um paradoxo aplicável àqueles dando fruto da presença do Espírito Santo em suas vidas – ou seja, os salvos. Um paradoxo, para o qual, eu gostaria que os admiradores evangélicos desta selvageria oferecessem uma explicação, uma possibilidade conciliatória entre a presença da obra do Espírito e a defesa da não malignidade deste espetáculo.
Os combates do MMA são violentos, os contendores estão irados – muitas vezes em sua cólera, não demostram domínio próprio (muito menos misericórdia) e seguem massacrando os adversários, mesmo quando estes estão desacordados. Na plateia, não se vê alegria, mas domina a ira, a discórdia, as palavras torpes. Quem está de fora, bebe do mesmo balde de cólera dos que estão dentro, recebe a sua porção entre os jorros de sangue que inundam o piso.

Comparar esta arena de gladiadores com as artes marciais clássicas é malicioso. Eu pratiquei judô por anos e em nada este se compara a isto. No judô aprendi disciplina e domínio próprio. Aprendi cautela, observação, respeito ao próximo e a usar a força do oponente para a minha própria defesa. Nunca me machuquei e nem feri ninguém. O momento mais perigoso que vivi no tatame foi quando ao imobilizar um gordinho, que tinha acabado de almoçar, fui vítima de um vazamento encanado de metano extremamente odorizado, risos.  E foi só! Nunca usei a arte para brigas de escola, ao contrário, o judô me “amansou”.  Já a “cultura” do jiu jitsu e pit bull nos trouxe até aqui.

Eu entendo a emoção eletrizante, a adrenalina toda. Tudo isto combina com os nossos desejos primitivos e muitos encontram grande prazer nesta carnalidade. Alguns chegam a afirmar que toda esta violência é útil para o sepultamento do lado selvagem que domina os nossos desejos mais animalescos, a fera escondida em cada um de nós. Como se uma pequena dose de veneno, ao contrário de nos fazer mal, fosse medida profilática: A violência controlada do espetáculo é uma válvula de escape da pressão da ira alojada no profundo da alma humana… Como se após o referido espetáculo, a assistência experimentasse a calma de um zen budista, risos. Não seria o contrário?
E a carnalidade não nos seduz?
Então, pergunto: Você leitor crê no que está escrito em Gálatas 5:22-23 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio…”? Você crê que o fruto do Espírito é o resultado da presença do Espírito Santo na vida do crente? E é assim para todos os que crêem, verdadeiramente, em Jesus Cristo e o têm como Seu único e suficiente Salvador? (Romanos 8:9; 1 Coríntios 12:13; Efésios 1:13-14)
E se a presença do Espirito Santo em nossas vidas em tudo nos transforma para que nos conformemos à imagem de Cristo, fazendo-nos mais e mais como Ele, o que fazem os lutadores de MMA cristãos com o fruto quando estão octógno? O amor, a alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio ficam do lado de fora?
E os torcedores, não estariam cedendo miseravelmente a um chamado da carne que poderia ser facilmente evitado? Já estamos tão sobrecarregados na nossa luta, porque colocar mais este fardo? Por que forçar uma barra e nos colocar em uma situação como esta? Somos livres em Cristo, com certeza, mas como disse o apóstolo Paulo:
Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Mas não useis da liberdade para dar ocasião à carne, antes pelo amor servi-vos uns aos outros.
14 Pois toda a lei se cumpre numa só palavra, a saber: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais uns aos outros.
16 Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne.
17 Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis. Gálatas 5:13-17
E você, o que acha?
Fonte: Genizah
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Luciano Ferrari
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Desabafo

Por Marlon Bruno
Chega! Cansei de pecar.
Cansei de tentar parar e só conseguir pecar tentando continuar.
Estou farto da imperfeição que aperfeiçoa o meu conformismo.
Chega de mim, assim: um corrupto e corruptor.
Estou exausto da teologia que inocenta Adão e que, ao mesmo tempo, o coloca em regime semiaberto. Ele peca por amor e eu me torno pecador?
Dor? Nem me fale! Não me liste suas consequências. Engane-me, por favor!

O pecado é uma desgraçada piada sem graça pra mim.
Na verdade, fadiga! Isto é o que eu sinto. Estou cansado de decepcionar o Deus dentro de mim. Enfim… morri!
Morri de desgosto porque vivi morto, morto todo este tempo cavando a minha sepultura… e qual é o sentido de tudo isto?
É existir assim: limitado, ignorante, falho e perfeitamente imperfeito?
Chega de motivos para transgredir e de transgressões para motivar.
Quero o meu nirvana. Mas o que adianta querer?
Não quero só ser como Jesus. Quero ser ele… personificado em mim.
O que ainda posso escrever? O que ainda você poderia ler?
Está tudo corrompido! Não há nada imaculado!
Vá para casa e se esconda do mundo. Não se preocupe com mais nada.
O mundo também já se escondeu de todo mundo, pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Que saco! Que inferno!
Só quero ser perfeito, isto é defeito? Talvez seja, porque tudo que quero me faz imperfeito.
Então não adianta falar nada, querer nada e escrever muito menos.
Perdi meu tempo aqui!
Não quero mais pecar, errar ou matar a graça que pousou em mim.
Quero agradar o salva-vidas do meu afogamento. Desejo presenteá-lo todos os dias!
Mas, como vou fazer isto? O pecado é algo delicioso, que me enche de serotonina.
Mas, há verdade por trás de suas gostosuras: a morte.
O pecado é quem dá as cartas no meu coração, o coração de um pecador.
Chega desta diabose!
Chega de ser gente não-crente, que mente e não sente a tristeza do Espírito Santo.
Cansei de ser eu
Quero ser como um anjo agora…
Com o sufixo “el” em meu nome e com asas de vitória sobre o pecado, que só batem a serviço de Deus e que só existem para obediência e adoração.
Minha alma clama por retidão.
Só quero saber o que é gratidão!
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Marlon Bruno, 19 anos, é de Ipatinga, MG.

Fonte: Ultimato Jovem

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Somos mais de 42 milhões. O que os evangélicos fazem?

Ou o que fazer com os evangélicos? Logo depois da divulgação do Censo 2000, por ocasião do 2º Congresso Brasileiro de Evangelização (CBE2), realizado em Belo Horizonte, em outubro de 2003, ficamos de boca aberta com a “multidão” de evangélicos.
Agora, os evangélicos somam mais de 42 milhões. Estamos melhor ou pior? Confira algumas frases recolhidas no CBE, entre elas a do conhecido pastor Russell Shedd:

A partir da segunda metade da década de 80, uma influência vinda do Atlântico Norte chegou até nós com tanta força e fúria que, em vez de enriquecer e ampliar nossos horizontes musicais, ditou formas e tons para os artistas da terra. Era o movimento gospel. Desde então, tudo tornou-se gospel. A maioria dos músicos mudou de som e de proposta. Os poucos que resisitiam bravios perderam seu espaço. Outros foram cantar noutros quintais. Creio que foi uma perda irreparável para o resgate da arte cristã no Brasil.

Carlinhos Veiga, pastor da Igreja Presbiteriana de Brasília e músico

Somos 25 milhões de evangélicos no Brasil. Onde está o poder dessa multidão?

Russell Shedd, escritor e conferencista

Todas as tentativas de criar um Tratado de Tordesilhas que circunscreva o campo dos evangélicos em contrapartida com outros campos, como o dos católicos, fundamentalistas, neopentecostais etc., fracassam como fracassou a de 1493. O alistamento de crenças aceitáveis e não-aceitáveis rapidamente descamba para o fundamentalismo e seu conseqüente “militarismo” repressor.

Orivaldo Pimentel Lopes Júnior, pastor da Igreja Batista Viva e professor de sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte

A primeira missão da Igreja não é proclamar o evangelho, não é se expandir nem mesmo conquistar a mídia ou impactar a sociedade. A primeira missão da Igreja é morrer: perder os valores da carne e ser revestida com os valores de Deus. É se desglorificar para glorificar ao seu Senhor.

Ronaldo Lidório, doutor em antropologia cultural pela Royal London University, ex-missionário entre os Konkombas, em Gana, atualmente na Amazônia

Parece que a mentalidade capitalista influencia os nossos projetos de evangelização nacional muito mais do que imaginamos!

Sérgio Ribeiro, diretor da JUVEP

Pronunciamentos feitos durante o 2º Congresso Brasileiro de Evangelização (CBE2), realizado em Belo Horizonte, no final de outubro de 2003.

Fonte: Ultimato

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Teorias da Conspiração e a falsa ideologia crítica

de Wesley Alfredo G.de Arruda

Em 23/03/2012 recebi um email de um leitor do site, que estava com algumas dúvidas com respeito a Bíblia e à sua historicidade. Ele escreveu assim:
“Gostaria que vocês ou seus conhecidos pudessem me dar contraprovas quando a estes ví­deos (para assistir, clique aqui). gostaria que fosse o mais documentado possí­vel, com livros e fontes confiáveis.”
A resposta dele foi atendida e iremos mostrar agora, alguns vídeos do Prof. Rodrigo Siva e também colocarei um link para download do artigo que eu fiz desmentindo alguns dos supostos “fatos” apresentados pelo vídeo.

resposta aos minimalistas.pdf
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Fonte: Arqueologia Bíblica

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Universidade do DF cria curso de especialização em psicologia cristã e inicia polêmica com Conselho Federal de Psicologia

Publicado por Tiago Chagas

Universidade do DF cria curso de especialização em psicologia cristã e inicia polêmica com Conselho Federal de Psicologia Após a polêmica envolvendo O Conselho Federal de Psicologia e a psicóloga Marisa Lobo, que se negou a retirar menções à sua fé cristã de seus perfis de redes sociais, um novo capítulo na polêmica fé x psicologia está sendo iniciado.
O Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) está finalizando a implantação de um curso de pós-graduação em psicologia cristã, restando apenas a aprovação da grade por parte do Conselho de Educação da instituição.
O curso será oferecido a profissionais graduados em psicologia e terá três meses de duração, de acordo com informações do jornal Correio Braziliense.
Porém, o CFP considera o curso uma afronta à ética profissional, caso o conteúdo oferecido seja aplicado na prática pelos profissionais de psicologia que se inscreverem no UDF.
O código de ética da categoria proíbe a associação entre crença e ciência nos consultórios, porém de acordo com o advogado e professor em assessoria parlamentar da UDF, Paulo Fernando Melo, o Centro Universitário tem total autonomia para decidir quais cursos serão oferecidos: “O Conselho Federal não tem nenhuma ingerência e não pode impedir que alguém queira se especializar em alguma coisa”, afirmou.
Fonte: Gospel+

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Rio+20: besteirol totalitário e anticristão

de Ruy B. Marinho

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Rio+20: besteirol totalitário e anticristãoPor Edson Camargo

Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.” Salmo 127:3
“O homem não é mais importante que qualquer outra espécie… Pode ser que nossa extinção conserte as coisas”.David Foreman, porta-voz da Ong ‘Earth First!’
Uma das grandes palhaçadas desta Rio+20, além da insistência na tese furada do “aquecimento global” por conta do melancia-mor Gorbachev e sua trupe, foi a conclamação, da parte dos integrantes de 105 academias de ciência (ligadas à IAP), para que chefes de estado presentes ao evento elaborem um plano mundial para a diminuição da população do planeta. Para lá de duvidosa no que diz respeito às suas intenções e fundamentação científica, e sabendo que o Clube de Roma já fazia previsões escabrosas na década de 70 e nada se cumpriu, a proposta lembra-me os mandamentos secularistas das Pedras da Geórgia, monumento de autoria misteriosa (um tal R. C. Christian, pseudônimo) que nem por isso deixa de ter seus postulados defendidos por celebridades e no qual há notórias correlações com seitas pagãs e orientais. De acordo com o próprio monumento, foi erigido com o patrocínio de “um pequeno grupo de americanos que segue ‘a idade da Razão’”.
Na lição de casa que o monumento deixa para toda a humanidade, consta reduzir a população para um índice abaixo de 500 milhões de pessoas, “controlar a reprodução sabiamente”, e “não ser um câncer sobre a terra” deixando espaço para a natureza.
Vale destacar que nada disso é novo e intelectuais de esquerda no mundo inteiro já manifestaram anteriormente apoio a tais ideias.
Se você perguntar se não era pensando nas gerações futuras que se realizam encontros dessa espécie, tudo aponta para uma resposta: a solução encontrada é salvar o planeta acabando com as gerações futuras. É a cultura da morte, mais uma vez aí. Pessoas que não foram infectadas pelo vírus mental do ecofascimo podem até rir, mas é sempre bom ter em mente: entre progressismo globalista e lógica nunca há afinidade. Que o digam os milhares de cientistas que refutam a tese do aquecimento global, como os 17 mil (atualizando:  hoje são 31.487, leia nota ao fim do artigo) que assinaram a Petição do Oregon e os brasileiros Luiz Carlos Molion e Ricardo Augusto Felício.
Pois bem. Entre as propostas dos belezuras do IAP está exatamente o controle do tamanho das famílias, o que nos remete direta e necessariamente aos abortos forçados na China comunista. Agora as feministas, as que se dizem vadias e outros progressistas poderão celebrar: podem evocar, sinistramente, finalidades sócio-ambientais para se matar nascituros. A conversinha destes cientistas é exatamente a mesma das “vadias”: “saúde reprodutiva”, “programas de planejamento familiar”, etc..
Outra manifestação de “amor” pelo planeta e pelos seres humanos (o potencial “câncer” das Pedras da Geórgia) evidencia-se na proposta de fazer com que os velhos trabalhem até a morte. Sim, defendem o fim das aposentadorias, pois haverá cada vez menos jovens disponíveis no mercado. Sacumé, a vida continua. Elite globalista ecossocialmente responsável que se preza quer serviços públicos e privados (se existirem…) funcionando no máximo da capacidade e eficiência… A conversa mole é esta: “melhorar a qualidade de vida dos idosos e criar novas oportunidades para que ele continue a contribuir para a sociedade.” Sei.
Charles Godfrey, membro da British Royal Society e um dos manda-chuvas da IAP afirmou: “Por muito tempo, população e consumo foram excluídos do debate devido à sua natureza sensível, da política e ética. Estas são questões que afetam tanto os países desenvolvidos como os que estão a se desenvolver, e devemos assumir esta responsabilidade.” Para mim, o que Godfrey afirma tem um sentido claro: “até um tempo atrás, as pessoas se preocupavam mais com besteiras como a sacralidade da vida, e outras frescuras religiosas e filosóficas. Agora o mundo está mais próximo do colapso e quem nasce e quem morre é assunto para nós, os especialistas verdes. Dá licença”.  Como se vê,  Charles Godfrey é mais um daqueles que afirma candidamente e seguro de si: “o mundo será melhor se eu der as cartas”.
Estou esperando alguma objeção, algum protesto, algum “vamos com calma!”, para essas sandices de alguém que de alguma forma, está envolvido com as atividades da Rio +20. Pode ser um ongueiro, um religioso, um maconheiro vegan que seja. Até agora não me chegou nada.
É nisso que dá essa mistureba entre tecnocracia, socialismo, secularismo anticristão, cientificismo e neopaganismo panteísta que faz a cabeça desse gente que atua na ONU, nas ONG´s, e nas fundações multimilionárias financiadoras dessa piada demoníaca que é a implantação de um governo mundial. É nisso que dá deixar gente como Leonardo Boff, Fritjof Capra, Marina Silva, e entusiastas de autores como Malthus, Madame Blavatski, Aleister Crowley e Alice Bailey conversando por muito tempo e ganhando dim-dim das Fundações Ford, Rockefeller, Carneggie, do George Soros, etc..
Ao menos fica claro, além do viés totalitário do ambientalismo – já denunciado há anos por autores como Pascoal Bernardin – o anticristianismo descarado dos ecofascistas. A maioria deles é ocidental: foi criado num ambiente em que princípios cristãos tiveram uma influência decisiva na formação da sociedade, na cultura e no estamento jurídico. Eles sabem contra quem estão se voltando. Muitos sabem que abrem mais precedentes para que a perseguição cultural à fé cristã recrudesça.
Afinal, no ecumenismo da ONU, não há lugar para quem crê que “filhos são herança do Senhor”; que Deus fez a Terra para o homem, para que este a domine; que Deus, sendo o Autor da vida, é o único que pode tirá-la, e que como Criador e Senhor da história humana, fez um planeta forte o suficiente para agüentar até o fim dos tempos. E que também dá diretrizes ao homem em relação ao cuidado com o meio ambiente, mas que jamais trocaria a vida de um bebê pelo universo inteiro.
Nota:

17 mil cientistas eram em 2007. Atualmente, a Petição do Oregon tem o apoio de 31.487 cientistas, dentre os quais 9.029 PhD’s.  
Links: http://www.oism.org/s32p31.htm e http://www.petitionproject.org/index.php.
Sobre o autor: Jornalista e músico, é editor-executivo do site de opinião e análise de conteúdo midiático “Mídia Sem Máscara“. Estudioso da filosofia, com ênfase nas áreas de teoria do conhecimento, história das idéias e filosofia política, é um amante dos grandes temas da teologia e um entusiasta da educação clássica. 
 
Fonte: [ Gospel+ ]
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Presidente iraniano cita Jesus em seu discurso na Rio+20, enquanto critica a ONU e os países ricos

Por Dan Martin
 

Presidente iraniano cita Jesus em seu discurso na Rio+20, enquanto critica a ONU e os países ricos

O discurso do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, durante a reunião de Cúpula da Rio+20 foi motivo de diversas críticas e causou surpresa por causa de algumas de suas falas, como a citação à Jesus Cristo como exemplo de ser humano, feita por ele. “A figura do ser humano perfeito deve emergir junto de Jesus Cristo”, disse Ahmadinejad.
Ao falar sobre família, o presidente iraniano reforçou a posição conservadora da figura da mulher como mãe, afirmando que “a instituição da família deve ser fortalecida com ênfase na posição da mulher e sua posição sagrada de mãe”.
A presença de Ahmadinejad na conferência foi duramente criticada pela Confederação Israelita Brasileira (Conib), nessa quarta feira e, durante o discurso do ditador iraniano, a delegação de Israel se retirou da plenária. No domingo houve também um protesto contra a presença do iraniano percorreu ruas da zona sul do Rio.
De acordo com a revista Veja, o presidente iraniano não dá ouvidos ou chance a minorias, e também não respeita a vontade das maiorias e, durante seu discurso, acusou “um pequeno grupo de países”, os desenvolvidos, de impor padrões de consumo e comportamento às outras nações. “Isso tem a ver com uma ordem injusta imposta por nações que pretendem manter a hegemonia sobre o mundo”, disse ele, que ainda chamou os países ricos de megalomaníacos.
“O Conselho de Segurança da ONU, a Organização Mundial do Trabalho, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial fazem parte desse conjunto de dominação estratégica”, disse.
Ahmadinejad foi cumprimentado por representantes de diversas delegações após seu discurso e outros políticos, como o líder da delegação do Iraque, fizeram questão de tirar fotos junto ao iraniano.

Fonte: Gospel+
 

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Fundamentalista é Isso?

de Augustus Nicodemus Lopes

“Agnósticos Fundamentalistas:
Dá para ter até mesmo estes?”
O termo “fundamentalista” está entre os rótulos mais mal compreendidos e mal empregados nos meios evangélicos. É o rótulo preferido por alguns para se referir, sempre com viés pejorativo, a quem adere com firmeza a determinadas doutrinas que são consideradas como antigas e ultrapassadas.
Nada mais natural do que procurar esclarecer o significado do termo. Acho que a primeira coisa a ser feita é lembrar que o termo “fundamentalista” tem sido usado para diferentes grupos através da história e no presente.
1) O fundamentalista cristão histórico não existe mais. Ele existiu no início do século XX, durante o conflito contra o liberalismo teológico que invadiu e tomou várias denominações e seminários nos Estados Unidos. J. G. Machen, John Murray, B. B. Warfield, R. A. Torrey, Campbell Morgan, e mais tarde Cornelius Van Til e Francis Schaeffer, são exemplos de fundamentalistas históricos.
2) O fundamentalista cristão americano ainda existe, mas perdeu muito de sua força. Embora tenha surgido ao mesmo tempo em que o fundamentalismo cristão histórico, separou-se dele quando adotou uma escatologia dispensacionalista, aliou-se à agenda republicana dos Estados Unidos, exerceu uma militância belicosa contra tudo que considerasse inimigo da fé cristã. Defendia e praticava o separatismo institucional de tudo e todos que estivessem ligados direta ou indiretamente a esses inimigos. Pouco tempo atrás faleceu o que pode ter sido o último grande representante desse gênero de fundamentalista, o famigerado Carl McIntire. Alguns consideram que Pat Robertson é seu sucessor, embora haja muitas diferenças entre eles.
3) O fundamentalista denominacional é aquele membro de denominações cristãs que se consideram oficialmente fundamentalistas e que até trazem o rótulo na designação oficial. Após um período de grande florescimento no Brasil, especialmente no Nordeste e em São Paulo, as igrejas fundamentalistas, presbiteriana e batista, sofreram uma grande diminuição em suas fileiras. Grande parte das igrejas fundamentalistas presbiterianas regressou à Igreja Presbiteriana do Brasil, de onde estas igrejas saíram na década de 50. Em alguns casos, o fundamentalismo denominacional do Brasil foi marcado por laços financeiros e ideológicos com McIntire. Hoje, até onde eu sei, não há mais esse laço. No Brasil, o fundamentalismo denominacional que sobrou desenvolveu em alguns de seus grupos (mas não em todos) uma síndrome de conspiração mundial para o surgimento do Reino do Anticristo através do ocultismo, da tecnologia, da mídia, dos eventos mundiais, das superpotências. Acrescente-se ainda o desenvolvimento de uma mentalidade de censura e apego a itens periféricos como se fossem o cerne do evangelho e critério de ortodoxia (por exemplo, só é bíblico e conservador quem usa versões da Bíblia baseadas no Texto Majoritário, quem não assiste desenhos da Disney e não assiste “Harry Potter”).
4) O fundamentalista cristão xiita é sinônimo de intransigência, inflexibilidade, ser-dono-da-verdade e patrulhamento teológico. Essa conotação do termo ganhou popularidade após o avanço e crescimento do fundamentalismo islâmico. Esse tipo tem mais a ver com atitude do que com teologia. Nesse caso, é melhor inverter a ordem e chamá-lo de xiita fundamentalista. Na verdade, xiitas podem ser encontrados em qualquer dos campos protestantes. A propalada tolerância dos liberais e neo-ortodoxos é mito. Há xiitas liberais, neo-ortodoxos, e obviamente, xiitas fundamentalistas. Teoricamente, alguém poderia ser um fundamentalista e ainda não ser um xiita.
5) Por fim, o fundamentalista cristão teológico, outro sentido em que o termo é muito usado e que significa simplesmente ortodoxo ou conservador em sua doutrina. O fundamentalista teológico se considera seguidor teológico dos fundamentalistas históricos e simpatiza com a luta deles. Sem pretender ser exaustivo, acredito que podem ser considerados fundamentalistas teológicos atualmente os que aderem aos seguintes conceitos ou a parte deles:
  •  a inerrância da Bíblia
  • a divindade de Cristo
  • o seu nascimento virginal
  • a realidade e historicidade dos milagres narrados na Bíblia
  • a morte de Cristo como propiciatória, isto é, por nossos pecados
  • sua ressurreição física de entre os mortos
  • seu retorno público e visível a este mundo e a ressurreição dos mortos
Outros pontos associados com o fundamentalismo histórico são o conceito de verdades teológicas absolutas, o conceito de que Deus se revelou de forma proposicional e a aceitação dos credos e confissões da Igreja Cristã.
Numa esfera mais periférica se poderia mencionar que a maioria dos fundamentalistas históricos prefere o método gramático-histórico de interpretação bíblica e tem uma posição conservadora em assuntos como aborto, eutanásia e ordenação feminina. Muitos ainda preferem a pregação expositiva. 
E todos rejeitam o liberalismo teológico.
Em linhas gerais, o fundamentalista teológico acredita que a verdade revelada por Deus na Bíblia não evolui, não cresce e nem muda. Permanece a mesma através do tempo. A nossa compreensão dessa verdade pode mudar com o tempo; contudo, essa evolução nunca chega ao ponto radical em que verdades antigas sejam totalmente descartadas e substituídas por novas verdades que inclusive contradigam as primeiras. O fundamentalista teológico reconhece que erros, exageros e absurdos tendem a ser incorporados através dos séculos na teologia cristã e que o alvo da Igreja é sempre reformar-se à luz dos fundamentos da fé cristã bíblica, expurgando esses erros e assimilando o que for bom. Admite também que existe uma continuidade teológica válida entre o sistema doutrinário exposto na Bíblia e a fé que abraça hoje.
Acho que é aqui que está a grande diferença entre o fundamentalista teológico e o liberal. Esse último acredita na evolução da verdade a ponto de sentir-se comissionado a reinventar a Igreja e o próprio Cristianismo.
Muitos me chamam de fundamentalista. Bom, não posso ser fundamentalista histórico, pois nasci muito depois da luta de Machen. Contudo, sou fã dele, que era um perito em Novo Testamento. Não sou um fundamentalista americano, pois sou brasileiro da Paraíba, nunca recebi um tostão de McIntire e sou amilenista. Aliás, nem conheci McIntire pessoalmente. Fui fundamentalista presbiteriano denominacional por decisão dos meus pais quando eu tinha doze anos. Saí da denominação fundamentalista após conversão e entrada no ministério pastoral. Também não me acho xiita. Há controvérsia sobre isso, eu sei.
Na categoria de fundamentalistas teológicos encontramos presbiterianos, batistas, congregacionais, pentecostais, episcopais, e provavelmente muitos outros. É claro que nem todos subscrevem todos os pontos acima e ainda outros gostariam de qualificar melhor sua subscrição. Contudo, no geral, acho que posso dizer que os fundamentalistas teológicos não fariam feio numa pesquisa de opinião sobre o que crêem os evangélicos brasileiros. Por esse motivo, e por achar que o assim chamado fundamentalismo teológico é simplesmente outro nome para a fé cristã histórica, não fico envergonhado quando me rotulam dessa forma, embora prefira o termo calvinista ou reformado.
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Luciano Ferrari
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Governo ordena a demolição de 20 igrejas na Indonésia

Um prefeito ordenou a derrubada de 20 igrejas, na Indonésia. Outras 16 igrejas menores foram fechadas no mesmo distrito, no mês passado.

Razali Abdul Rahman, o prefeito interino de Aceh Singkil, na semiautônoma província de Aceh, ordenou o fechamento das igrejas e deu o prazo máximo até oito de junho para a demolição do templo.
Veryanto Sitohang, membro do grupo de direitos humanos Aliança Unida Sumatra do Norte explicou o caso: “A administração local diz, que já que os membros da igreja se recusam a cumprir a ordem, então a própria administração irá fechar e demolir os prédios. O prazo para a demolição foi oito de junho, mas até agora nada aconteceu”.
A ordem foi emitida no mesmo dia em que os grupos radicais islâmicos, incluindo a Frente de Defensores do Islã (FPI), fizeram um protesto em frente ao escritório do governo local contra a existência de igrejas em Aceh Singkil.
As autoridades também fecharam 16 undung-undung, pequenas construções não classificadas oficialmente como igrejas, após os protestos, embora o senhor Razali tenha afirmado que seu governo agiu de forma independente da iniciativa dos radicais. As undung-undung se diferem das igrejas por não serem denominacionais e não terem cruzes.
A FPI alegou que o número de igrejas e undung-undung  viola os acordos assinados em 1979 e 2001 por líderes muçulmanos e cristãos. Os acordos afirmaram que os cristãos são autorizados a terem apenas uma igreja e quatro undung-undung na província.
Erde Barutu, pastor de uma das igrejas ameaçadas, Igreja Cristã Protestante de Pakpak Dairi, disse que, na epoca, os líderes da igreja só assinaram os documentos, porque estavam sob pressão e foram ameaçados. Ele acrescentou ainda que, o número de cristãos que vivem em Aceh Singkil, tinha aumentado significativamente desde 1979, e que agora somam mais de 15 mil. O fechamento de igrejas deixará apenas duas no distrito.
A mairia das 20 congregações, ameaçadas de demolição, continuam suas atividades e cultos com as portas dos templos fechadas e com alguns membros, do lado de fora, montando guarda contra possíveis ataques.
Os líderes cristãos escreveram cartas ao Presidente Susilo Bambang Yudhoyono, e aos departamentos do governo e da polícia para protestar contra o fechamento das igrejas.
O Ministro do Interior, Gamawan Fauzi,disse que não estava ciente dos planos de fechamento dos templos e que entraria em contato com o Sr. Razali para pedir esclarecimentos, dizendo que “os cidadãos têm o direito de culto, desde que cumpram os regulamentos”.
Ele disse:
“A maioria não deve impor sua vontade à minoria. A tolerância deve prevalecer”.
Elementos da lei Islâmica (Sharia) são impostos por uma espécie de polícia religiosa, em Aceh, que ganhou autonomia do governo nacional em 2001, após uma insurreição islâmica.
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FonteBarnabas Fund
TraduçãoMarcelo Peixoto
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Luciano Ferrari
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