Campeões da fé: Lembre-se dos cristãos perseguidos quando assistir aos jogos da Copa do Mundo de Futebol

Você sabia que três países que participarão da Copa do Mundo fazem parte das nações que mais perseguem os cristãos?



Anualmente, a Missão Portas Abertas lança a Classificação de países por perseguição, lista que relaciona os 50 países mais intolerantes ao cristianismo. Dentre eles, estão a Coreia do Norte, Argélia e Nigéria, nações que ocupam o 1º, 25º e 27º lugares respectivamente.

A seleção brasileira estreia no mundial jogando contra a equipe norte-coreana no dia 15 de junho. Se não fôssemos cristãos, poderíamos pensar que essa é uma grande “coincidência”, mas ver nossa seleção – composta por jogadores que vivem em um país livre e não enfrenta perseguição religiosa severa – jogar contra a seleção que representa o país mais fechado ao Evangelho e pelo qual tanto oramos é muito “de Deus”.
Imagine se os atletas cristãos brasileiros tivessem a oportunidade de, com toda a sabedoria e direção do Espírito Santo, evangelizar os norte-coreanos. Será que não descobriríamos que alguns daqueles jogadores são cristãos secretos?
O jogador japonês Jong Tae-Se, naturalizado norte-coreano, cedeu uma entrevista à Sportv. Nela, ele disse que gostaria que as pessoas mudassem a opinião que têm a respeito de seu país. O interessante é que ele usava uma corrente com uma cruz, ou melhor, duas cruzes! Será que esse corajoso rapaz é cristão? Ou ainda que não seja, será que essa atitude não demonstra o desejo de que seu país seja menos rigoroso e as pessoas possam seguir sua fé de forma verdadeira?

O que temos acompanhado na mídia é que a delegação norte-coreana já criou várias proibições de aproximação entre a mídia e seus jogadores.

Os brasileiros poderão torcer e celebrar a partida, já a nação norte-coreana, não. O presidente, Kim Jong Il, decidiu que os jogos só passarão na TV estatal, porém não serão transmitidos ao vivo. Somente os melhores momentos dos jogos que o time vencer serão exibidos.

A Coreia do Norte ocupa a primeira colocação na Classificação há oito anos consecutivos. Ser cristão naquele país é uma experiência muito árdua. Caso seja descoberto, o cristão é enviado para campos de trabalhos forçados, onde são tratados de forma precária e muitos morrem de fome. Além disso, pode-se ser executado publicamente para que outros desistam de sua fé, ou ainda toda uma família pode ser dizimada, sendo ou não cristã.
Todo cidadão norte-coreano é obrigado a usar um broche com a imagem de Kim Il-Sung, pai do atual presidente, além de curvar-se e pedir a bênção diante de sua estátua. Por todos os lados existem quadros e fotografias do líder, que é chamado de “grande pai”. Pela manhã, os microfones de Pyongyang, capital do país, tocam uma música lembrando o falecido presidente.

A escolha pela fé naquele país comunista e de grande repressão implica um alto preço. Porém eles continuam lutando e não desistem. Eles enfrentam as mais duras ameaças, mas o amor por Cristo é maior do que o medo da morte.

Quando nosso país estiver em campo com esses atletas, lembre-se de que milhares de norte-coreanos necessitam do amor de Deus. Além dos nossos irmãos que vivem sob condições difíceis de sobrevivência, toda a nação precisa da liberdade encontrada em Cristo.

Argélia

Já na Argélia, 99% da população é muçulmana. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos de 0,5% da população e se reúnem nos lares secretamente.
A nação está localizada no norte da África e é um dos maiores países do mundo. Lá, o testemunho cristão é proibido. Em 2006, o Decreto 6-3 restringiu os cultos não islâmicos. Ele proíbe qualquer ação que “incite, obrigue ou se utilize de meios indutivos objetivando a conversão de um muçulmano para outra religião, ou usando para esse fim (…) qualquer outro estabelecimento, ou recurso financeiro”.

A punição para tais atividades é de dois a cinco anos de prisão e multa. Somente igrejas autorizadas pelo governo têm permissão para se reunir.

Entretanto, sob a lei civil, a conversão não é ilegal. Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo, desde que não evangelizem muçulmanos. Conversões do islamismo ao cristianismo acontecem, embora sejam em pequena quantidade. Com frequência, trabalhadores cristãos são ameaçados e atacados por extremistas, muitos sendo martirizados.

Até o momento, nenhum cristão argelino foi sentenciado à prisão com base em acusações religiosas. Suspender as sentenças é uma forma de o governo argelino proteger-se de grupos de direitos humanos, mostrando-lhes que não há cristãos condenados nas cadeias. Os que estão sob julgamento, porém, ou apelando de suas sentenças, afirmam que essa publicidade negativa atrapalhou os negócios e a vida familiar.

Nigéria

A Nigéria, 27ª colocada na lista dos que mais perseguem os cristãos, além das diferenças étnicas, é uma nação dividida pela religião. No norte a maioria da população é muçulmana e no sul, cristã.

Constitucionalmente, a Nigéria é um Estado laico com liberdade religiosa. Durante quase 40 anos, o governo no norte deu tratamento preferencial a muçulmanos e discriminou os cristãos. Pouco foi feito para pôr um fim à perseguição e, como resultado, muitas igrejas foram queimadas e cristãos foram mortos.

Embora exista liberdade para evangelizar, há uma forte oposição dos muçulmanos contra os cristãos que procuram praticar esse ministério. A oposição islâmica já foi responsável pela morte de muitos mártires. Apenas entre 1982 e 1996, ocorreram mais de 18 conflitos de grande escala entre cristãos e muçulmanos no norte da Nigéria.

Tais conflitos deixaram um saldo de mais de 600 cristãos mortos e cerca de 200 igrejas incendiadas.

Ainda hoje, vários ataques contra os cristãos têm acontecido no país. Este ano, mais de 500 foram mortos. Muitas mulheres ficam viúvas, pois seus maridos, pastores, são mortos pelos extremistas e a elas fica a incumbência de cuidar da família.

Intercessão

Quando assistirmos os jogos da Copa este ano, devemos lembrar que milhões de cristãos em alguns dos países que participam do evento estão sendo perseguidos. Devemos interceder por seus governantes e autoridades.

A alegria desse evento não deve ser maior do que a alegria de sabermos que pessoas têm conhecido o Salvador e que nossos irmãos continuam firmes em sua fé.

Acesse http://www.portasabertas.org.br/DIP/dip_2010/pos.asp e faça download da Campanha de 30 dias de oração pelos três países mencionados neste texto. São 10 dias de intercessão por cada um deles.

Os cristãos da igreja sabem o que é ser parte de um time. Não fique apenas torcendo, entre no jogo!

Portas Abertas nos ofereceu este artigo,
com exclusividade, para a publicação no
Genizah Almanaque.

Encorajamos que você o reproduza
em seu blog ou site e divulgue:
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Luciano Ferrari
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A tragédia do Alagoas: Entre jabulanis e vuvuzelas, o caos no agreste

Por Leonardo Gonçalves

A mediocridade do povo brasileiro pode ser medida pelo tamanho do descaso praticado com o seu semelhante. Enquanto todos comentam a “mao santa” do jogador Luis Fabiano, o número de mortos no estado do Alagoas já é de 29, e dado o volume de águas e a quantidade de pessoas desaparecidas, é possível que esta tragédia seja ainda maior que a vivida no Rio de Janeiro em abril deste ano. Se considerarmos que a tragédia no Rio foi o quinto maior desastre natural provocado por enchente no mundo, podemos concluir que a situação é mesmo caótica.

Segundo reportagem publicada hoje no jornal O Globo, um fundo de 70 milhões havia sido designado para prevenção de tragédias naturais. Destes, mais da metade foi destinada ao estado da Bahia. Curioso é o fato de que Alagoas não tenha recebido um centavo sequer, para investir em obras de prevenção, descaso público que redundou no caos que hoje se vive nos 30 municípios afetados.

Não bastasse tudo isso, também estamos em ano de eleições, mas nem os governos estaduais e federais parecem ser a pauta do dia, uma vez que vivemos no Brasil a expectativa do hexacampeonato. Afinal, o que pode importar mais que 22 marmanjos milionários correndo atrás de uma jabulani, o barulho ensurdecedor das vuvuzelas e a campanha “Cala Boca, Galvão!” no twitter com suas #hashtags?

Fonte: [Púlpito Cristão]

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Luciano Ferrari
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Desigrejados, um exemplo a ser seguido?

Por Marcio de Souza

Um pastor renomado no cenário paulistano, declarou que os desigrejados são um exemplo para quem congrega em igrejas tradicionais. A afirmação é controvertida e desanimadora pra quem como eu acredita na Igreja. Ao afirmar que a enormidade de pessoas que não congrega na igreja tradicional (formalmente) está correta em suas posturas antiliderança (ele chama isso de rejeitar os desmandos das estruturas de poder eclesiástico) o nosso amigo aí, avaliza o modelo de igreja sem um líder formal.

Isso no mínimo é perigoso, visto que o modelo de Igreja de Atos por exemplo nos mostra pastores coordenando a Igreja, abrindo eleições para diaconato, ajudando o povo a se organizar para que haja igualdade e institucionalizando o que não dá pra permanecer informal, senão vira bagunça.

Outra afirmação desse senhor é que os desigrejados “rejeitam a incoerência”. Rejeitar a incoerência sem congregar não seria uma incoerência? Além disso, a colocação foi no mínimo infeliz em comparar a intensidade de rejeitar incoerência com a mesma intensidade com que buscam a Deus. Ato falho, no mínimo. Como posso ser intenso sendo brasa fora do braseiro como diriam os irmãos pentecostais?

Não concordo com tanta informalidade e creio que nem a Bíblia assim o faz. Se fosse diferente, se Deus desprezasse a autoridade e a instituição, não levantaria apóstolos, mas deixaria a doutrina da igreja nas mãos de qualquer um que apenas simpatizasse com o evangelho, já que rejeitar a incoerência significa em outras palavras rejeitar a autoridade não haveria necessidade na formação do canon por exemplo do quesito apostolicidade, seria necessário apenas o quesito “coerência”. Tem coisa mais incoerente?

O discurso de que não importa se você congrega na “Cristo em casa” ou na igreja formal o importante é que você tenha uma cabeça boa é muito bonito, mas nada eficaz, visto que, na maioria das vezes o ser humano é o que o meio faz dele. A comunhão com gente imperfeita que vive buscando melhorar comunitariamente é essencial para uma fé saudável e o convívio com gente amargurada que vive a contestar tudo, desde a postura do pastor até a cor da parede da igreja faz de você um murmurador e não um adorador. Sejamos realistas, andar com gente que acredita no Evangelho de Cristo é andar com gente que acredita na comunhão, na igreja. Não posso desacreditar da Igreja, porque Cristo ainda acredita nela.

E no mais, tudo na mais santa paz!

Fonte [Púlpito Cristão]

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Luciano Ferrari
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Jesus não era Cristão

Muita gente pensa que sim. Todavia, a religião de Jesus não era cristianismo. Explico. Jesus não tinha pecado, nunca confessou pecados, nunca pediu perdão a Deus (ou a ninguém), não foi justificado pela fé, não nasceu de novo, não precisava de um mediador para chegar ao Pai, não tinha consciência nem convicção de pecado e nunca se arrependeu. A religião de Jesus era aquela do Éden, antes do pecado entrar. Era a religião da humanidade perfeita, inocente, pura, imaculada, da perfeita obediência (cf. Lc 23:41; Jo 8:46; At 3:14; 13:28; 2Co 5:21; Hb 4:15; 7:26; 1Pe 2:22).

Já o cristão – bem, o cristão é um pecador que foi perdoado, justificado, que nasceu de novo, que ainda experimenta a presença e a influência de sua natureza pecaminosa. Ele só pode chegar a Deus através de um mediador. Ele tem consciência de pecado, lamenta e se quebranta por eles, arrepende-se e roga o perdão de Deus. Isto é cristianismo, a religião da graça, a única religião realmente apropriada e eficaz para os filhos de Adão e Eva.

Assim, se por um lado devemos obedecer aos mandamentos de Jesus e seguir seu exemplo, há um sentido em que nossa religião é diferente da dele.
Quando as pessoas não entendem isto, podem cometer vários enganos. Por exemplo, elas podem pensar que as pessoas são cristãs simplesmente porque elas são boas, abnegadas, honestas, sinceras e cumpridoras do dever, como Jesus foi. Sem dúvida, Jesus foi tudo isto e nos ensinou a ser assim, mas não é isso que nos torna cristãos. As pessoas podem ser tudo isto sem ter consciência de pecado, arrependimento e fé no sacrifício completo e suficiente de Cristo na cruz do Calvário e em sua ressurreição – que é a condição imposta no Novo Testamento para que sejamos de fato cristãos.

Este foi, num certo sentido, o erro dos liberais. Ao removerem o sobrenatural da Bíblia, reduziram o Jesus da história a um mestre judeu, ou um reformador do judaísmo, ou um profeta itinerante, ou ainda um exorcista ambulante ou um contador de parábolas e ditos obscuros que nunca realmente morreu pelos pecados de ninguém (os liberais ainda não chegaram a uma conclusão sobre quem de fato foi o Jesus da história, mas continuam pesquisando…). Para os liberais, todas estas doutrinas sobre o sacrifício de Cristo, sua morte e ressurreição, o novo nascimento, justificação pela fé, adoção, fé e arrependimento, foram uma invenção do Cristianismo gentílico. Eles culpam especialmente a Paulo por ter inventando coisas que Jesus jamais havia dito ou ensinado, especialmente a doutrina da justificação pela fé.

Como resultado, os liberais conceberam o Cristianismo como uma religião de regras morais, sendo a mais importante aquela do amor ao próximo. Ser cristão era imitar Cristo, era amar ao próximo e fazer o bem. E sendo assim, perceberam que não há diferença essencial entre o Cristianismo e as demais religiões, já que todas ensinam que devemos amar o próximo e fazer o bem. Falaram do Cristo oculto em todas as religiões e dos cristãos anônimos, aqueles que são cristãos por imitarem a Cristo sem nunca terem ouvido falar dele.

Se ser cristão é imitar a Cristo, vamos terminar logicamente no ecumenismo com todas as religiões. Vamos ter que aceitar que Gandhi era cristão por ter lutado toda sua vida em prol dos interesses de seu povo. A mesma coisa o Dalai Lama e o chefe do Resbolah.

Não existe dúvida que imitar Jesus faz parte da vida cristã. Há diversas passagens bíblicas que nos exortam a fazer isto. No Novo Testamento encontramos por várias vezes o Senhor como exemplo a ser imitado. Todavia, é bom prestar atenção naquilo em que o Senhor Jesus deve ser imitado: em procurarmos agradar aos outros e não a nós mesmos (1Co 10:33 – 11:1), na perseverança em meio ao sofrimento (1Ts 1:6), no acolher-nos uns aos outros (Rm 15:7), no andarmos em amor (Ef 5:23), no esvaziarmos a nós mesmos e nos submeter à vontade de Deus (Fp 2:5) e no sofrermos injustamente sem queixas e murmurações (1Pe 2:21). Outras passagens poderiam ser citadas. Todas elas, contudo, colocam o Senhor como modelo para o cristão no seu agir, no seu pensar, para quem já era cristão.

Não me entendam mal. O que eu estou tentando dizer é que para que alguém seja cristão é necessário que ele se arrependa genuinamente de seus pecados e receba Jesus Cristo pela fé, como seu único Senhor e Salvador. Como resultado, esta pessoa passará a imitar a Cristo no amor, na renúncia, na humildade, na perseverança, no sofrimento. A imitação vem depois, não antes. A porta de entrada do Reino não é ser como Cristo, mas converter-se a Ele.

Autor: Augustus Nicodemus Lopes
Fonte: [ Ó Tempora, Ó Mores ]

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Luciano Ferrari
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Deitado eternamente em berço esplêndido…

Por Avelar Jr.

Impressionante vermos a inconsistência do povo Brasileiro. Estamos em ano de Copa e, de repente, saem do armário milhões de patriotas prontos a defender seu país. Entretanto, esse patriotismo se traduz em apenas torcer pelo Brasil na Copa do Mundo. O brasileiro trata com desprezo temas de suma relevância como a política, que, no velho adágio popular, juntamente com o futebol e a religião, “não se discutem”.

Esquecemos que é ano de eleições, que este ano compareceremos às urnas para decidir o futuro do nosso estado e do nosso país pelos próximos quatro anos. Deixamos de lado que estaremos constituindo os nossos representantes, que irão: criar as leis federais e estaduais que somos obrigados a cumprir; fiscalizar o dinheiro público que se destina ao serviço da coletividade; que cuidarão da relação do nosso país com os demais países; que se tornarão a nossa voz para defender nossos direitos e interesses contra a injustiça; que aplicarão recursos do estado para cuidar da nossa saúde, segurança, educação… É importante, não é?

Estamos todos prontos a defender a nossa escalação da seleção, conhecemos o nome de todos os jogadores, o que fazem, como jogam, em que time e posição jogam, se deveriam ser ou não convocados para integrar a seleção, se estão passando por uma boa ou má fase… Somos técnicos à distância… Torcedores apaixonados… Canarinhos de alma. Mas será que damos a mesma atenção àqueles que comandarão nosso futuro, a quem damos muito poder sobre nossas vidas nessa chamada democracia?

Agora você…

Você se lembra em quem votou nas últimas eleições federais e estaduais? Você sabe o que seus candidatos fizeram e estão fazendo? Você se recorda dos compromissos por eles assumidos durante a campanha, se eles foram cumpridos durante o mandato e se eles chegaram a cumprir todo o mandato para o qual foram eleitos? Você sabe quais cargos iremos ajudar a preencher em outubro? Você sabe qual a importância de cada vaga eletiva e para que serve cada cargo na administração do país? Você já começou a se preocupar com quem vai eleger, se tem algum motivo para ser ou não votado, etc? O que você leva em conta na hora de escolher um candidato?

Assustador darmos tanto relevo a uma seleção desportiva que não é eleita por voto popular, não tem importância alguma para nossa vida, nossos relacionamentos, nossa família, nossa fé, nossos bairro, cidade, estado, país, trabalho… e, principalmente, que, ganhando ou perdendo, não pesa em nada no nosso bolso (como se tudo o mais não fosse importante para você).

A seleção não vai lutar para garantir sua segurança, não vai enfrentar os bandidos, não vai comprar a vacina para o seu cachorro, ou levar seu filho ao posto de saúde; ela não vai comprar remédios para os enfermos de sua casa, cadernos e material escolar para seus filhos, melhorar o transporte público que você usa para trabalhar ou tapar os buracos das rodovias.

Nada contra ser torcedor. Mas tudo que é importante deve ter seu devido lugar em nossas vidas. Daqui a pouco a TV vai silenciar sobre os escândalos, o dinheiro vai rolar nos bastidores para ajudar nisso, a lábia eleitoreira vai inventar revelações dos púlpitos das igrejas, o povo vai se rasgar e encher a cara, as ruas vão estar com os buracos tapados de verde e amarelo, o grito da torcida vai abafar o gemido dos agonizantes do SUS, a violência vai continuar fazendo vítimas, crianças vão continuar mendigando nos semáforos e sendo assediadas para o mundo das drogas… Mas Galvão Bueno vai gritar “Gooool!” na televisão e tudo o mais desvanece.

Que bom! Assim podemos deixar de lado a chatice da política, liberar o grito de euforia, correr pra o abraço e encontrar um bom lugar no picadeiro, para assistir ao espetáculo de pão e circo de cada quatro anos, com o qual nos presenteia a mídia… Afinal, temos sido brasileiros, “com muito orgulho e com muito amor” e estamos deitados “eternamente em berço esplêndido”.

“Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus.” – Efésios 5.14-16

Autor: Avelar Ir.
Fonte: [ Púlpito Cristão ]
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A logo da Copa de 2014 é uma mensagem subliminar favorável ao espiritismo?

Tem gente que viaja na maionese com uma velocidade espantosa. Na verdade, algumas pessoas conseguem ver chifre em cabeça de cavalo. A última agora, é a afirmação de que a LOGO da Copa de 2014 faz apologia ao médium CHICO XAVIER. A interpretação espiritualista da LOGO se esparramou pela rede de relacionamento TWITTER, levando muitas pessoas a questionarem o seu real sentido. E você? O que acha disso? Viagem da galera ou mensagem subliminar?

Pois é, cada louco com sua mania.

Renato Vargens

Fonte: [ Blog do autor ]

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Luciano Ferrari
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A benção de ser um derrotado

Por Pablo Massolar

Ninguém gosta de perder… A perda sempre gera momentos de dor, angústia, frustração, insegurança em relação ao futuro e quase nunca estamos preparados emocionalmente para perder, seja pela surpresa, pelo inesperado que nos atropela de repente ou por precisar abrir mão de algo importante.

Numa sociedade viciada em ganhar, onde, desde muito pequenos, somos adestrados e incentivados a agir sempre competitivamente em todas as coisas, aprendemos que somente os fracos perdem.

Em tempos como os que vivemos, a derrota parece ser o não sucesso, o não se sobressair tanto no mercado de trabalho como na conquista de uma pessoa desejada, não alcançar algo que se quer ou perder para alguém mais forte, aparentemente melhor preparado que a gente.

Não é tão incomum, e aliás está se tornando uma doença crônica que vai se alastrando incontrolavelmente, ouvir até mesmo os ambientes religiosos reproduzindo o velho discurso a favor da “vitória” a qualquer custo.

Mesmo que para isto seja preciso abrir mão do bom senso, do Evangelho puro e simples ensinado por Jesus, não como um meio de ganhar tudo o que se quer ou se deseja, mas, mesmo na aparente derrota, encontrar o caminho da consciência pacificada de que todas as coisas cooperam sempre para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo um propósito infinitamente maior do que perder ou ganhar.

Até mesmo a perda ou o não ser atendido na petição que fazemos se torna motivo de glória e livramento incontáveis vezes. Na perspectiva do Reino nem sempre os “vitoriosos”, os “fortes” ou aqueles que chegam em “primeiro lugar” cheios de “honras” herdarão a terra.

Tenho visto uma geração inteira dentro dos templos/mercados pagando, e pagando muito caro, alguns dão o que não podem para tentar se tornar “vitoriosos” segundo as suas próprias perspectivas viciadas e distorcidas. Dão ofertas/oferendas generosas, fazem pactos, propósitos, compram o favor das entidades ou das forças e elementos da natureza afim de se tornarem imbatíveis.

Querem fechar o corpo, ganhar força e poderes sobrenaturais para jamais perderem. Como se fosse possível, tentam até mesmo comprar o “in-comprável”, acham que Deus é um negociador que distribui bens, fortuna e sucesso em troca de moedas, sacrifício ou serviço abnegado. Eles até ganham alguma coisa, conquistam lugares, pessoas, situações e demandas, mas acabam perdendo o essencial da vida. “Ganham” sempre, mas ganham sem paz, sem alegria, sem sabor e sem verdade.

Precisamos entender que nossa limitada e frágil humanidade, nossa derrota diante das vitórias que provocam mais mal do que bem, na verdade, é uma bênção. É exatamente a capacidade de perder que nos faz crescer para a vida. A perda não é sinal de fraqueza, mas sim de força pois é neste momento que a consciência de que não somos indestrutíveis cresce ou que nossa aparente força nada é, que descobrimos o dom do quebrantamento.

Por incrível que pareça, o poder de Deus em nossas vidas se aperfeiçoa mesmo é na fraqueza, no reconhecimento de que o controle de todas as coisas é somente Dele. Perder ou ganhar, neste sentido tanto faz, é só mais um aprendizado.

A arrogância dos “vencedores” e dos “poderosos” é, de fato, a anti-vitória. Quem ganha sempre forçado ou comprado, está acumulando para si próprio uma perda irrecuperável, a destruição dos valores fundamentais da vida, da segurança de passar pelo vale da sombra da morte sem temer mal algum porque a presença Daquele que habita o coração dos quebrantados e humildes o acompanha.

Não! Eu não quero ganhar sempre, decretado, comprado ou profetizado… Ganhando ou perdendo, vou seguir minha vida habitando com Aquele que me faz mais do que vencedor até mesmo nas derrotas que me sobrevém, sendo seguido pela bondade e pela misericórdia todos os dias da minha vida.

Eu não sei se amanhã eu vou ganhar ou perder, a única certeza que está viva e pulsante no meu coração, todos os dias, é que eu sei em Quem tenho crido e sei também que Ele é fiel e poderoso para me guardar até mesmo no dia da derrota, no dia mal.

O Deus que chamou para junto de si os fracos e sobrecarregados te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Fonte: [ Ovelha Magra ]
Via: [ Pensar e Orar ]

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Luciano Ferrari
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Momento Teológico – Inspiração, Revelação e Iluminação

Me desculpem por esses dias sem posta, mas estive envolvido com outras atividades e também viajando a trabalho. Estou retornando às atividades de postagem com algumas informações à respeito de Inspiração, Revelação e Iluminação que estive estudando e que me foram muito úteis. Aproveitei para mudar um pouco o layout do blog para facilitar a leitura.

Espero que seja útil para você também. Boa leitura!

Há dois conceitos inter-relacionados que nos ajudam a esclarecer, pela contraposição, o que significa inspiração. São eles a revelação e a iluminação. Revelação diz respeito à exposição da verdade. Iluminação, à devida compreensão dessa verdade descoberta. No entanto, a inspiração não consiste em nem uma, nem em outra. A revelação prende-se à origem da verdade e à sua trasmissão; a inspiração relaciona-se com a recepção e o registro da verdade. A iluminação ocupa-se da posterior apreensão e compreensão da verdade revelada. A inspiração que traz a revelação escrita aos homens não traz em si mesma garantia alguma de que os homens a entendam. É necessário que haja iluminação do coração e da mente. A revelação é uma abertura objetiva; a iluminação é a compreensão subjetiva da revelação; a inspiração é o meio pela qual a revelação se tornou uma exposição aberta e objetiva. A revelação é o fato da comunicação divina; a inspiração é o meio; a iluminação, o dom de compreender essa comunicação.

Gostou? Alguma crítica? Comente no blog.

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Luciano Ferrari
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Momento Teológico – Bíblia

Você sabia que a palavra Bíblia tem origem no grego (“biblos”), depois passou pelo latim (‘biblia) e por último francês (“Bíblia”)? Portanto a palavra como a conhecemos veio do francês.

A Bíblia possui dois testamentos (o Antigo e o Novo). O Antigo foi escrito pela comunidade judaica, e preservado por ela por um milênio pelo menos, antes da era de Jesus! Já o Novo Testamento foi composto pelos discípulos de Cristo ao longo do século I d.C.

Ao invés de usar “testamento” muitos preferem usar “aliança”, já que a palavra testamento traduzida do hebraico ou do grego darem idéia à pacto ou acordo. Sendo assim temos uma antiga aliança firmada entre Deus e seu povo, judeus e a nova aliança, firmado entre Deus e os cristãos.

Porém há uma unidade entre os dois testamentos na pessoa de Jesus Cristo, que declarou ser o tema unificador da Bíblia. Os crentes anteriores a Cristo viviam na esperança do messias. Já os crentes de nossos dias vêem a concretizção dos planos de Deus através de Cristo, Jesus.

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Luciano Ferrari
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