Jesus Cristo Mudou meu Viver!

O videoclipe impactante da música “Jesus Cristo mudou meu viver”, produzido pela Igreja Sal da Terra em Uberlândia –MG, não para de conquistar admiradores.

http://www.youtube.com/watch?v=vjJQRpdtsgM&feature=player_embedded

O Rubinho disse assim (Obs. não é o Rubinho do Rio, Jandira, etc..)

É um vídeo produzido em Uberlândia, na minha igreja. A Igreja Sal da Terra. O original é de uma igreja americana, mas todo o pessoal é daqui. Conheço os testemunhos todos e todo mundo – até os cantores.

O Japinha que foi curado de um câncer – cara, toda a cidade ficou chocada, especialmente a classe médica. É MEU SOBRINHO. ARTHUR HASSEGAWA É O SEU NOME. Câncer nos ossos da coluna. E ele está ai, pregando e tudo. Todos salvos e com a vida transformada.

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Luciano Ferrari
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Ser Cristão

Ser cristão não é só ler a Bíblia, mas apreciar a literatura, arte escolhida por Deus para deixar seu legado

Ser cristão é dar o peixe, ensinar a pescar e lutar pela dignidade humana

Ser cristão é, quase sempre, muito mais do que os próprios cristãos pensam:

Ser cristão não é apenas ir à igreja no domingo, mas encontrar a Deus todos os dias, em todos os lugares.

Ser cristão não é apenas ter amigos cristãos, mas ser o único cristão em um grupo de amigos.

Ser cristão é viver de acordo com a Palavra de Deus e não com a palavra dos homens, ainda que sejam os líderes da igreja.

Ser cristão não é usar a igreja para nos servir, mas servir a comunidade por meio da igreja.

Ser cristão é não ganhar dinheiro na igreja.

Ser cristão é deixar de ir à igreja se ela se torna um obstáculo entre você e Deus.

Ser cristão não é apenas cantar hinos na igreja, mas apreciar a criatividade humana.

Ser cristão é sorrir ao escutar uma bela música, seja Bach, Paganini, Pixinguinha ou Jota Quest.

Ser cristão é ir ao teatro rir com as comédias e chorar com as tragédias.

Ser cristão é se emocionar com um balé e agradecer a Deus pelo talento humano.

Ser cristão é chorar no cinema.

Ser cristão é ter um pintor preferido e ficar meia hora diante de um de seus quadros, em meditação.

Ser cristão é emocionar-se diante da Catedral de Florença ou de uma obra de Niemeyer.

Ser cristão não é só ler a Bíblia, mas apreciar a literatura, arte escolhida por Deus para deixar seu legado.

Ser cristão não é só ler livros de teologia, mas passar uma tarde lendo um ótimo romance.

Ser cristão não é apenas ler livros cristãos, mas também as obras contemporâneas e clássicas por puro prazer.

Ser cristão, aliás, é ter prazer – e muito.

Ser cristão não é ser moralista ou conservador, mas apreciar a sensualidade e a sexualidade de forma saudável.

Ser cristão é admirar a beleza e a força do corpo humano, criado por Deus.

Ser cristão é se empolgar com a superação humana, com cada recorde mundial.

Ser cristão é cuidar do corpo, é ter uma vida saudável.

Ser cristão não é apenas ser tolerante, mas amar e aceitar quem poderia apenas ser tolerado.

Ser cristão não é apenas evangelizar, mas respeitar as outras religiões.

Ser cristão é lembrar que existem várias formas de evangelizar – e que falar é apenas uma delas.

Ser cristão é ter amigos de outros credos, é testemunhar pela convivência.

Ser cristão não é só crer que Deus criou o universo, mas admirar cada detalhe de sua criação.

Ser cristão é apreciar o canto matinal dos pássaros.

Ser cristão é olhar uma orquídea como um presente divino.

Ser cristão é apreciar o pôr do sol.

Ser cristão é se espantar com a beleza do Pão de Açúcar ou com o rugido das Cataratas do Iguaçu.

Ser cristão é mais que agradecer a Deus pelo planeta, é cuidar da Terra com a responsabilidade que nos foi por ele confiada.

Ser cristão é não sujar as ruas e a natureza.

Ser cristão é se indignar com a poluição de uma praia e recolher o próprio lixo da areia.

Ser cristão é não se conformar com a destruição do meio ambiente.

Ser cristão é defender a natureza, é amarrar-se a uma árvore, no estilo Greenpeace, para salvá-la.

Ser cristão é subir no alto de uma montanha, como o Pico da Bandeira, respirar fundo e sentir a presença de Deus.

Ser cristão é remar um barquinho no meio de um fiorde e se sentir um nada, um grão de areia.

Ser cristão não é apenas ser temente a Deus, mas é humilhar-se diante de sua criação.

Ser cristão vai além de amar ao Senhor – é amar ao próximo como a nós mesmos.

Ser cristão é ajudar quem precisa e, se não der para diferenciar quem precisa de quem não precisa, ajudar a ambos.

Ser cristão é se indignar pelo mendigo abandonado na rua.

Ser cristão é ajudar o mendigo abandonado na rua.

Ser cristão é olhar nos olhos do mendigo abandonado na rua.

Ser cristão é tocar o mendigo abandonado na rua.

Ser cristão é chorar com o mendigo abandonado na rua.

Ser cristão é chorar de tristeza e dor com o próximo.

Ser cristão é rir de alegria e felicidade com o próximo.

Ser cristão é amar, cuidar e respeitar ao próximo.

Ser cristão é lutar e exigir o bem estar do próximo.

Ser cristão é pensar diariamente nas crianças que passam fome e lembrar de quem disse “venham a mim os pequeninos”.

Ser cristão é lutar pela dignidade humana.

Ser cristão é praticar a solidariedade humana.

Ser cristão é dar o peixe.

Ser cristão é ensinar a pescar.

Ser cristão é brigar com quem polui a lagoa.

Ser cristão é derrubar os muros em volta da lagoa e permitir o acesso de todos.

Ser cristão é amar.

Ser cristão é amar incondicionalmente porque não existe outro tipo de amor.

Os três últimos versos foram extraídos do maravilhoso livro The irresistible revolution (“A revolução irresistível”), de Shane Claiborne.

Carlo Carrenho

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Luciano Ferrari
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O propósito da erudição

Soren Kierkegaard
(1813-1855)

A questão é muito simples. A Bíblia é muito simples de se entender. Mas nós, os cristãos, somos uma bando de caloteiros intrigantes. Fingimos ser incapazes de compreendê-la porque sabemos muito bem que, no instante em que compreendermos, estaremos obrigados a agir de acordo com ela. Peque quaisquer palavras do Novo Testamento e deixe tudo o mais de lado exceto o seu empenho pessoal de agir de modo coerente com elas. Meus Deus! – você dirá. – Se eu fizer isto, toda a minha vida estará arruinada. Como poderia dar continuidade à minha vida neste mundo?

Eis, portanto, o verdadeiro propósito da erudição cristã. A erudição cristã é a invenção mais prodigiosa da igreja para se defender da Bíblia, a fim de garantir que poderemos ser bons cristãos sem que a Bíblia se aproxime demais de nós. Quão temível é cair nas mãos do Deus vivo! Sim, mais temível ainda é ficar a sós com o Novo Testamento.

Fonte: [ Soli Deo Gloria ]
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Luciano Ferrari
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Similaridades entre as indulgências de Tetzel e o almômetro do Silas Malafaia.

Por Renato Vargens

No século XVI, Tetzel, um padre dominicano, pregava sobre as indulgências com grande exibicionismo. Dizia ele que “cada vez que uma moeda caía na bolsa do frade, uma alma saía do purgatório”. Nesta perspectiva, Roma incentivava os “fiéis” a doarem seus parcos recursos a fim de que os mortos fossem benificiados pela bondade de Deus e herdassem o céu.

Há poucas semanas o pastor Silas Malafaia lançou na televisão uma campanha denominada de “o clube de um milhão de almas.” Segundo Malafaia, ao doar R$ 1000,00 para o seu programa de tv, o crente em Jesus contribui pra salvação de um milhão de almas. Para simbolizar isso, o pastor Silas, criou o “almômetro”, onde a cada contribuição, pessoas são salvas do inferno.

Caro leitor, em 31 de outubro de 1517, o monge alemão, Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg, as suas 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Católica, dando inicio a Reforma Protestante. Quase quinhentos anos depois, a igreja dita evangélica, experimenta em seus arraiais as mais estranhas doutrinas, o que com absoluta certeza faria com que o reformador alemão ficasse de rosto ruborizado. Ensinamentos como o pregado por Malafaia, onde almas são “compradas” mediante ofertas afrontam as Sagradas Escrituras.

Como já havia escrito inúmeras vezes não agüento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Com dor no coração sou obrigado a confessar essa gente não têm pregado o evangelho do reino. Antes pelo contrário, o evangelho o qual estes têm pregado é humanista, megalomaníaco e anti-bíblico.

Prezado leitor, ser protestante, não é somente se identificar com o protesto feito pelos reformadores contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento católico do século XVI; é muito mais do que isso. Ser protestante, é protestar hoje contras as doutrinas mercantilistas dos falsos apóstolos, é viver debaixo de um avivamento integral, é resgatar os valores indispensáveis a fé bíblica através da Palavra, é proclamar incondicionalmente a mensagem da graça de Deus em Cristo Jesus.

O lema “Eclésia reformata, semper reformanda”, deveria estar sempre ressoando em nossos ouvidos e corações, desafiando-nos à responsabilidade de continuamente caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!

Uma nova reforma já!

Renato Vargens
Fonte: [ Blog do autor ]

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Luciano Ferrari
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Sinceramente, não dá para ouvir rádio evangélica.

Depois de um bom tempo sem ouvir rádios evangélicas, resolvi sintonizar o dial em algumas delas. Trinta minutos depois já havia desistido, isto porque, num curto espaço de tempo, ouvi pregações distorcidas, canções estereotipadas e extravagantes, manifestações politiqueiras dos pilantras da fé, além de decretos e determinações contrárias as Sagradas Escrituras. Aliais, vamos combinar uma coisa? O cara para ouvir algumas rádios evangélicas necessita de uma dose extra de paciência, até porque, as letras e melodias tocadas são uma verdadeira afronta ao bom gosto.

Ora, antes que alguém me apedreje não estou de forma alguma desfazendo deste veículo de comunicação. Sei da importância dos meios de comunicação em massa e louvo a Deus por termos alguns destes em nossas mãos, entretanto, prefiro ouvir bons CDs de gente que com certeza está compromissada com evangelho do que dedicar o meu precioso tempo a programações que manipulam a fé do povo de Deus.

Caro leitor, que bom seria se as músicas tocadas em nossas rádios fossem frutos de vidas comprometidas com o Reino de Deus. Ah como eu gostaria de ouvir nas rádios evangélicas João Alexandre, Nelson Bomilcar, Logos, Vencedores por Cristo, Asaph Borba, Ademar de Campos, Atilano Muradas, Josué Rodrigues, Crombie, isto sem falar em um incontável número de bons músicos desconhecidos que tem tocado canções de qualidade por esse “brasilzão” de meu Deus.

Meus amados, a situação anda tão deprimente que já existe fã-clube de artista gospel. Sei ainda de algumas histórias de cantores que precisam de segurança para andar em lugares públicos. Ora irmãos, mais uma vez eu pergunto que evangelho é este? Confesso que o Gospel Show Business me enoja! Não agüento mais ouvir mantras repetitivos, estou cansado das canções empobrecidas teologicamente, não suporto mais tanta “chuva de bênçãos”, nem tampouco as esquisitices dos que julgam estar diante do trono.

Pois é, parece que nos últimos anos, a igreja brasileira definitivamente se perdeu no caminho em direção ao trono da graça.
Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós!

Renato Vargens
Fonte: [ Púlpito Cristão ]

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Luciano Ferrari
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Malafaia deixou a CGADB e a Assembléia de Deus experimentou a Vitória em Cristo.

Prezados irmãos,

Neste sábado a Assembléia de Deus recebeu a notícia do desligamento do Pr. Silas Malafaia da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil. É possível que o fato em si tenha deixado alguns dos assembleianos tristes e abatidos quanto aos novos rumos daquela que é maior denominação evangélica do país. No entanto, creio que a saída de pastor Silas aponta exclusivamente para a providência divina que livrou os irmãos assembleianos de severos constrangimentos teológicos.
Caros irmãos, com a saída do Malafaia, a Assembléia de Deus não precisará mais combater em seu próprio arraial a funesta teologia da prosperidade. Com a saída do Malafaia, a Assembléia de Deus não necessitará mais lutar contra as sementes “murdokianas” que envergonharam milhares de pastores em nosso país. Com a saída do Malafaia, a Assembléia de Deus não precisará mais sentir-se constrangida com a comercialização da Bíblia de R$ 900,00. Com a saída do Malafaia, a Assembléia de Deus não necessitará mais dar explicações sobre aviões, sementes, numerologia e outras coisas mais.

Prezados irmãos assembleianos, verdadeiramente HOJE o Senhor vos deu uma nova e grande VITÓRIA EM CRISTO.

Que Deus abençoe as Assembléia de Deus do Brasil,

Renato Vargens
Fonte: [ Blog do autor ]

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Luciano Ferrari
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O poder social dos neopentecostais

Por mais que não concordemos com muitas práticas e posicionamentos doutrinários de muitos grupos Neo-Pentecostais, que distoam tanto dos ideais da Reforma Protestante que já são considerados um fenômeno completamente novo e inédito, sem nenhuma ligação histórica com o evento do século XVI, uma coisa não podemos negar: o poder de transformação social que esses grupos possuem. São milhares de jovens libertos do poder das drogas e da criminalidade. Aonde quer que andemos, por mais inóspita que seja a comunidade, ali, certamente, existe uma dessas igrejas. Não tem nada haver com espiritualidade ou mesmo salvação de almas. O governo deveria ser um dos maiores incentivadores dessas igrejas, pois elas conseguem fazer muitíssimo mais pela diminuição da violência urbana que os poderes constituídos em todas as suas esferas. A equação é bem simples: para cada jovem e adolescente que entra nessas igrejas, teremos um traficante ou usuário de entorpecentes, no mínimo em potencial, a menos. Em algumas comunidades carentes, onde a ausência do Estado chega a 100%, essa é uma das únicas formas de não se envolver com a criminalidade.

Recentemente a revista “Isto é” publicou uma extensa matéria sobre esse assunto. Veja o isento testemunho do repórter:

“O púlpito da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (Adud) era o centro das atenções. Diante de 800 pessoas humildes, o líder e fundador da congregação, o pastor Marcos Pereira, esconjurava o demônio, como faz todo sacerdote evangélico, em uma quarta-feira de janeiro. Em determinado momento, o religioso deu uma pausa e conclamou, ao microfone: “Peço aos criminosos convertidos que estão aqui para vir ao palco fazer uma foto para a revista ISTOÉ”. De repente, como em uma romaria, homens começaram a se levantar de todos os lados da igreja e a andar em direção ao pastor. Na tropa de mais de 50, alguns chamavam a atenção por serem ainda adolescentes. Todos são ex-assassinos, traficantes, drogados ou ladrões transformados, hoje, em pessoas com aparência inofensiva e sempre dispostas a falar de Cristo […] Pelas contas de Marcos Pereira, 53 anos, ele e seus missionários – entre os quais o ex- pagodeiro Wagner Dias Bastos, o Waguinho, exvocalista do grupo “Os Morenos” e hoje braço direito do pastor – já recuperaram mais de cinco mil bandidos e viciados nos últimos 20 anos. Alguns eram famosos e temidos chefões do tráfico, como José Amarildo da Costa, o Maílson do Dendê, que, junto com o irmão Milton Romildo Souza da Costa, o Miltinho do Dendê, chefiou o crime organizado na Ilha do Governador, nos anos 90. “O Rio de Janeiro não está pior graças a mim”, exagera o pastor, no seu estilo sensacional e sensacionalista. Mas é fato que é o único a entrar com seus obreiros em lugares tão perigosos que a própria polícia só incursiona após um planejamento prévio. Em contato com os bandidos, Pereira consegue, muitas vezes, convencê-los a trocar o fuzil pela Bíblia”. Fonte: Revista Istoé

Esses grupos atribuem o resultado desse importante trabalho a fatores espirituais e à intervenção direta de Deus, que age por intermédio de seus líderes. Trata-se, segundo eles, de poder concedido por Deus.

Obviamente que essa é uma análise feita com a paixão de quem está imerso nessa realidade religiosa. Se isso é verdade, ou seja, se esses grupos têm, de fato, um poder extraordinário e sobrenatural concedido pelo próprio Deus, para realizar tamanha façanha e que os tornam “poderosos e diferentes”, terão que concordar também que não são “poderosos e diferentes” sozinhos. Outros grupos também têm realizado trabalho “exatamente semelhante” na área social, de recuperação de viciados, inclusive, a exemplo dos espíritas, mórmons e do AA-Alcóolicos Anônimos. Mas claro que os neopentecostais jamais concordarão que Deus, igualmente, habilita esses outros grupos a realizarem tal obra. Fica o desafio para nosso leitor: o que torna possível esse tipo de trabalho? Dê sua opinião.

Em última análise, não importam as motivações. Que continuem fazendo o que estão fazendo. Que o pastor Marcos, apóstolo Estevam Hernandes e tantos outros continuem “salvando” milhares e milhares de jovens do mundo das drogas e da criminalidade e, consequentemente, dando grande contibuição para a diminuição da violência. O Brasl agradece, nós agradecemos. Contudo, a salvação de suas almas é outra história. Uma coisa não tem nada haver com a outra!

Fonte: [ Filosofia Calvinista ]

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Luciano Ferrari
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