As Seis Vestes de Jesus

Há algum tempo visitei o Wartburg, o castelo onde Lutero traduziu a Bíblia. Há muitas coisas interessantes para ver ali – além da sala onde Lutero trabalhou. Por exemplo, nas paredes há retratos de todo tipo. Chama a atenção que as mulheres se apresentam em seus melhores trajes. E os homens usam vestimentas ricamente enfeitadas com medalhas, ou então magníficos uniformes ou armaduras. As pessoas faziam-se retratar em toda a sua dignidade, principesca ou real.

Diz o ditado popular: “O hábito faz o monge”. De fato, muitas vezes as roupas dizem algo a respeito do caráter de uma pessoa, suas idiossincrasias ou preferências. É bem verdade que há pessoas ricas e influentes que se vestem de forma simples, mesmo que os tecidos que usam sejam muito caros. Assim, uma simples olhada de relance realmente pode dar uma impressão errada.

As estrelas e celebridades da nossa época normalmente não poupam esforços nem dinheiro a fim de se apresentarem com as melhores e mais chamativas roupas, apenas para continuarem in e para que se fale delas.

Como o Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor do senhores, estava vestido no dia de Sua morte (crucificação)? Ele usou seis vestimentas diferentes. Em minha opinião, Deus quer nos transmitir uma mensagem por meio delas. Vamos analisá-las uma a uma.

A roupa resplandecente

As estrelas e celebridades da nossa época normalmente não poupam esforços nem dinheiro a fim de se apresentarem com as melhores e mais chamativas roupas, apenas para continuarem in e para que se fale delas.

Quando Pôncio Pilatos descobriu que Jesus era da Galiléia, e que Herodes, cujo domínio incluía a Galiléia, estava em Jerusalém naquele momento, ele enviou o Senhor até Herodes (Lc 23.6-7). Fazia tempo que este desejava ver um sinal milagroso realizado por Jesus. Mas como o Senhor não respondeu às suas perguntas (v.9) nem realizou milagres, o aparente interesse por Jesus imediatamente se transformou em zombaria e gozação: “E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o, e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente, e tornou a enviá-lo a Pilatos” (v.11, RC). Outras traduções chamam esta roupa de “manto esplêndido”, “manto branco” ou “manto real”.

É óbvio que Herodes queria usar isso para expor a reivindicação da realeza de Jesus ao deboche público. Pois, pouco antes Jesus tinha respondido à pergunta de Pilatos: “És tu o rei dos judeus?” com “Tu o dizes” (v.3). Todo o Sinédrio reunido naquele lugar tinha escutado essas palavras, e os mesmos homens agora acusavam Jesus diante de Herodes, com certeza também pela Sua reivindicação de ser o Rei dos judeus (cf. Lc 23.3,10).

Com esta roupa resplandecente que Herodes tinha mandado que vestissem em Jesus, ele O tinha exposto à zombaria das pessoas. Elas zombavam dEle por causa daquilo que Jesus realmente era: o Rei dos judeus; a verdade absoluta e comprovada a respeito de Jesus foi debochada.

Algo muito parecido acontece hoje: inúmeras publicações sobre Jesus arrastam a verdade a respeito de Sua Pessoa na lama. Nenhuma outra religião é tão vilipendiada quanto o verdadeiro cristianismo, pois a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo que ela prega é a verdade. Por trás disso está o pai da mentira, o diabo (Jo 8.44), que combate essa verdade com todos os meios de que dispõe.

Inúmeras publicações sobre Jesus arrastam a verdade a respeito de Sua Pessoa na lama. Nenhuma outra religião é tão vilipendiada quanto o verdadeiro cristianismo.

A roupa resplandecente colocada sobre Jesus também significa que o Senhor tomou sobre si todos os pecados, mesmo aqueles que o ser humano tanto gosta de usar, mas que não o fazem feliz: roupas maravilhosas, esplêndidas, e jóias preciosas. Os homens gostam de se apresentar com elas, mas, na maioria das vezes, por baixo só estão escondidos egoísmo, orgulho e uma ambição ilimitada.

A “roupa resplandecente” dos homens tenciona esconder a sua miséria e natureza pecaminosa, o “manto branco” precisa ocultar a hipocrisia, o “manto esplêndido” tenta neutralizar o mau cheiro da debilidade humana e o “manto real” procura testemunhar imortalidade, mesmo que o ser humano seja totalmente mortal.

Jesus vestiu, tomou sobre si e carregou tudo isso. Agora Ele transforma qualquer pessoa que crê nEle em “rei e sacerdote” (cf. Ap 1.5-6).

O manto escarlate
Depois que Pilatos tinha mandado açoitar Jesus (Mt 27.26), o texto continua: “Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate” (vv. 27-28). Outras traduções falam em “manto de púrpura”, “capa de soldado púrpura” ou “manto vermelho”. Tratava-se de uma capa vermelha do tipo usado por soldados. Foi uma capa dessas que colocaram nos ombros de Jesus.

Sem saber, em seu deboche e zombaria os soldados fizeram algo cujo significado mais profundo indica o motivo do sacrifício de Jesus. Afinal, o “manto vermelho” ou “escarlate” nos lembra todo aquele sangue derramado sobre a terra, as incontáveis guerras e as muitas vítimas inocentes. Ele proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade. Ele nos lembra as grandes guerras (entre os povos) e as pequenas guerras (nas famílias, entre vizinhos, etc.).

O “manto escarlate” do soldado representa ódio e vingança, retaliação, busca por poder e exercício da tirania. Mas ele também expressa que o homem não vale nada para os outros homens. Esse “manto vermelho do soldado” deveria estar sempre diante dos nossos olhos.

O “manto vermelho” proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade.

Jesus quis tomar nossa culpa sobre si de forma voluntária, e fez isso de forma conseqüente. Essa era a Sua missão, a Sua tarefa. Jesus tomou sobre si a culpa de todas as discórdias do relacionamento humano, todo ódio e todo assassinato: esta é a verdade ilustrada pelo “manto vermelho do soldado”, que Ele permitiu que fosse colocado em Seus ombros.

Suas próprias roupas
“E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado” (Mt 27.31, ACF).

As roupas de Jesus eram feitas por mãos de homem, para serem usadas por homens; eram de material terreno. Jesus usou essas roupas durante a Sua vida.

Sendo Deus, Ele vestiu essa “roupa” para se tornar completamente homem. Ele praticamente “vestiu nossa pele” e assumiu humanidade completa.

E como Jesus usou essas roupas feitas por homens, elas também realizaram milagres. Uma mulher tocou a bainha da Sua roupa e imediatamente ficou curada (Mc 5.25ss.).

As roupas de Jesus indicam que Ele se tornou homem, e nos ensinam que Ele quer tornar a nossa humanidade completa. E quando nós O convidamos a preencher nossa humanidade, Cristo, a esperança da glória (Cl 1.27), vive em nós.

Suas roupas se transformaram em símbolo da redenção, pois quatro soldados as tomaram e dividiram entre si (Jo 19.23). As roupas de um condenado à cruz eram despojos dos carrascos. Assim, as roupas de Jesus, crucificado vicariamente pela nossa culpa, transformaram-se em “vestes de salvação” para nós (Is 61.10).

Tiraram dele a “capa” e “vestiram-lhe as suas vestes”. Jesus não era nem como Herodes (manto esplêndido) nem como os soldados (capa). Ele os usou e depois foi despido delas. Mas Ele continuou sendo verdadeiro homem.

A túnica
“Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá – para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados” (Jo 19.23-24).

A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade.

O texto diz expressamente que essa túnica tinha sido tecida sem usar qualquer costura. As roupas do sumo sacerdote também eram feitas dessa forma: “Farás também a sobrepeliz da estola sacerdotal toda de estofo azul. No meio dela, haverá uma abertura para a cabeça; será debruada essa abertura, como a abertura de uma saia de malha, para que não se rompa” (Êx 28.31-32). A diferença estava no fato de que o sumo sacerdote usava essa peça por cima de todas as outras, e Jesus a usava por baixo. Isso também tem um significado mais profundo: Jesus Cristo é o verdadeiro Sumo Sacerdote, ainda ocultado. Ele veio ao mundo como Filho de Deus e revelou-se como Messias de Israel em Seus atos. Mas era preciso que também ficasse claro que Ele era mais que isso: o eterno Sumo Sacerdote de Seu povo. No fim de Sua vida ficou claro qual era o Seu destino inicial.

O povo celebrou-O como Filho de Davi, louvou-O como Messias e grande Profeta. Contavam com a vitória sobre os romanos e o estabelecimento de um reino messiânico. Mas eles não perceberam que primeiro Jesus teria de morrer pelos pecados dos homens, como o Cordeiro de Deus. Podemos chegar a Ele, o Senhor crucificado e ressuscitado, com toda a nossa culpa. Ele intercede por nós, é nosso Advogado diante do Pai celeste: Seu sacrifício vale perante Deus. Jesus é tudo de que nós precisamos!

A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade. Seu sacerdócio não pode ser dividido com Maria, outra assim chamada mediadora, nem com os sacerdotes eclesiásticos, nem com o papa nem com nenhuma outra religião. Somente Ele é o eterno e verdadeiro Sumo Sacerdote, o único Mediador entre Deus e os homens (cf. 1 Tm 2.5-6).

O pano
Como Jesus fora despido de Suas roupas e de Sua túnica, Ele ficou dependurado na cruz coberto apenas por um pano. Estava praticamente nu. O Salmo 22.17-18 O descreve desta forma: “Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”. Hermann Menge traduziu a última parte do versículo 17 desta forma: “…mas eles olham para mim e se deleitam com a visão”.

A nudez retrata pecado e vergonha. Ela personifica o pecado original. Desde Adão todos nós nascemos em pecado, por isso chegamos ao mundo nus. Em Gênesis 3.7 lemos: “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si”. Adão disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (v.10). E Deus respondeu: “Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11).

O primeiro Adão pegou o fruto proibido da árvore, e tornou-se o pecador cuja iniqüidade pesa sobre todos os homens.

O último Adão foi pendurado num madeiro e “feito pecado” (2 Co 5.21). Jesus tomou sobre si a culpa original do pecado a fim de eliminar a culpa do homem. Quem crê em Jesus não tem somente o perdão de seus pecados, mas também do pecado original, no qual todos nós nascemos.

Os lençóis
“Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis (de linho) com os aromas, como é de uso entre os judeus na preparação para o sepulcro” (Jo 19.40).

O linho era usado nas vestes sacerdotais (Lv 6.10). Também os tapetes, toalhas e cortinas do tabernáculo eram feitos de linho (Êx 26.1,31,36; cf. também 1 Cr 15.27).

Era costume que os judeus mortos fossem sepultados enrolados em lençóis de linho. Jesus foi “sepultado” como um verdadeiro judeu.

Mais tarde, quando Jesus ressuscitou, o texto diz: “Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte” (Jo 20.6-7).

Em minha opinião, os lençóis nos lembram as obras da lei, o sacerdócio do Antigo Testamento, o tabernáculo, as leis e prescrições, as obras e os esforços dos judeus que seguiam a lei.

Jesus foi colocado no túmulo envolto em linho, mas na Sua ressurreição Ele deixou os lençóis para trás. Ele cumpriu a lei de forma completa. Ele é o cumprimento da lei (Mt 5.17). Nele qualquer pessoa que Lhe pertença é tornada completa.

Aplicação pessoal
Jesus usou o manto esplêndido de Herodes, o orgulho e a soberba da humanidade sem Deus. O Senhor permitiu que Lhe colocassem o manto vermelho dos soldados, o ódio abismal e a brutalidade do ser humano. Jesus usou Suas próprias roupas: Ele se tornou completamente homem. Ele usou uma túnica sem costuras: Ele é o verdadeiro Sumo Sacerdote. Na cruz Ele foi coberto somente com um pano. Jesus levou não somente os pecados, mas o pecado original. Na morte o Senhor usou os lençóis de linho, depois despidos na ressurreição. Jesus é o cumprimento da lei.

Agora toda pessoa renascida é chamada a despir o velho homem e vestir o novo homem em Cristo: “…[despojai-vos] do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e [renovai-vos] no espírito do vosso entendimento, e [revesti-vos] do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.22-24). “…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13.14). (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2007.

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Luciano Ferrari
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Atitude Infalível

“Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17).

“A maior preocupação do diabo é impedir que os cristãos orem. Ele não teme o estudo sem oração, nem a obra sem oração e nem a religião sem oração. Ele ri de nosso trabalho, zomba de nossa sabedoria, mas, treme quando oramos.” (Samuel Chadwick)

“Eu preferiria ensinar um homem a orar do que dez homens a pregar.” (Charles Spurgeon)

“O homem que conseguir mobilizar um cristão a ir a igreja para orar fará a maior contribuição para a história da
evangelização do mundo.” (Andrew Murray)

Este é o grande segredo de uma vida espiritual abundante e vitoriosa — a oração. Não somos fortes porque não oramos, não somos perseverantes porque não oramos, não realizamos
nossos sonhos porque não oramos, sentimo-nos solitários porque não oramos, nossa vida está repleta de frustrações e decepções porque não oramos. O Senhor nos prometeu grandes
coisas e todas elas continuam à nossa disposição, mas, por que não as recebemos? Porque não oramos como devíamos.

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: “A oração move a mão de Deus”? Quantas vezes já lemos o versículo: “Tudo que pedirdes, em oração, crendo, recebereis”? Quantas vezes refletimos na palavra: “Pedi e vos será dado”? E, se sabemos de tudo isso, por que continuamos vazios e sem direção? Por que não abandonamos, ainda, a indiferença e a incredulidade? Por que não partimos, com ousadia e coragem, em direção aos obstáculos em nossa frente com a mesma determinação de Davi: “Eu vencerei, na força do Senhor”?

Se queremos ter uma vida melhor, mais abençoada e mais vitoriosa, precisamos gastar mais tempo diante do Senhor, para buscar Sua direção, Sua graça e Sua unção. Se orarmos muito, teremos muito poder e, se orarmos pouco ou nada, continuaremos apagados e sem vigor espiritual.

Você tem orado para conhecer a vontade de Deus em tudo o que faz?

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
Tel/Brasil: 31 3712-2248
Tel/USA: 321-234-1386
tprobert@terra.com.br
Ministério Para Refletir – 12 anos de vitórias!
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A Música Secular e a doutrina da Graça Comum

Por Leonardo Gonçalves

Um texto do amigo Renato Vargens sobre música secular e a graça comum suscitou um debate intenso esta semana. Ao que vemos, quando o assunto é a música secular, as opiniões evangélicas estão bastante divididas. Ao meu ver, há três grupos de crentes debatendo:

1. Os que não ouvem qualquer tipo de música secular e atribuem qualquer manifestação musical nao-evangélica ao demônio;

2. Os que ouvem todo tipo de música secular, mesmo aquelas letras que são ofensivas à fé crista.

3. Por último, aqueles que são seletivos quanto ao que ouvem, e que não vêem a música secular como arte profana, fazendo separação entre boa música e música ruim.

Particularmente, fico com a terceira opção. Ouço boa música brasileira, curto alguns sucessos internacionais, admiro os ritmos regionais e amo o folclore e a cultura popular. Também ouço boa música composta por cristãos, e reconheço que há muita gente inspirada também no âmbito evangélico. Detesto aquilo que desonra a Deus, mas enxergo a mão de Deus nas linhas dos poetas seculares, porquanto entendo que Deus deu ao homem uma medida de “graça comum”, mediante a qual a criatura – embora caída – é capaz de dedicar-se à belas artes e inspirar bons sentimentos.

Em suma, nem tudo que é secular, é profano. Do mesmo modo, nem tudo que tem o selo “gospel”, é santo.

Lembremos que a matemática é uma ciência secular, mas isso não põe em dúvida as verdades aritméticas.

Para ilustrar a questão, desejo postar duas músicas da banda Legião Urbana, muito criticada no tópico do Renato por ser uma banda de letras ofensivas à fé. Não nego que haja letras da Legião que afrontem o cristianismo, mas nem por isso deixo de reconhecer as boas e inspirativas letras destes compositores seculares.

Assista e tire suas próprias conclusões:

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Sexo virtual: entre e desfrute!

Por Márcio de Souza

É impressionante o número de cristãos sinceros que são atingidos pela febre digital de consumo de sexo. Já perdi a conta de quantos relatos ouvi e de quantas pessoas tiveram sua vida sexual destruída por conta disso. Tudo começa como uma diversão, olha um site aqui, vê um filme ali, até que se entra em salas de bate papo e se começa a assumir uma outra identidade, a de prostituto(a) virtual.

As pessoas começam a liberar seus instintos mais primitivos e colocar para fora suas fantasias mais bizarras. Quando você para pra olhar ao redor, não sobrou mais nada, virou vício, e o camarada está trocando uma boa noite de amor com sua mulher por um momento de masturbação em frente ao monitor.

Deus pode e quer mudar esse quadro na sua vida, Ele tem poder para isso. Mas é necessário entrega total dos pontos, colocar as cartas na mesa e assumir o fundo do poço. Só assim, arrependendo-se dia a dia das práticas sexuais virtuais é que alcançaremos a libertação total. Se por um acaso, você recair, saiba que você tem um advogado no céu junto ao pai, Jesus Cristo, o justo! Não desista, ore apesar da vergonha, não aceite a culpa que o diabo quer impor a você, apenas prossiga, Deus tem a cura para esse vício!

E no mais, tudo na mais santa paz!

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Postou Márcio de Souza, no Púlpito Cristão

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Marcha para Jesus 2010 – 1ª chamada

Por Vera Siqueira

Já estamos em contagem regressiva (literalmente, vide www.igospel.com.br) para mais uma edição da Marcha para Jesus em São Paulo. Será no dia 3 de junho de 2010, quinta-feira, feriado católico de Corpus Christi (será uma alfinetada gospel, uma vez que o “feriado” da Marcha para Jesus foi sancionado pelo presidente Lula para ocorrer 60 dias depois da Páscoa, ou seja, nesse ano no sábado 5 de junho?).

A Marcha para Jesus foi patenteada pelos líderes da Igreja Renascer em Cristo, e reúne líderes de outras denominações, com total predominância, nos trios elétricos, de bispos e pastores da própria denominação. Tem o objetivo oficial de evangelizar a cidade e profetizar bênçãos sobre ela, porém fica implícito o desejo de mostrar poder e soberania denominacional, fortalecer teologias espúrias como a da prosperidade (assumida pela maioria das denominações que participam do evento, que muitas vezes tosquiam suas ovelhas vergonhosamente em busca de mais poder terreno), além de servir de palanque para os candidatos a políticos gospel. Esse ano, aliás, é ano de eleições no Brasil.

Na última edição da Marcha para Gezuiz (escrevo assim por entender que Jesus não compactua com ambição humana, com teologia da prosperidade, com heresias sutilmente adentradas na Igreja, e que é um outro, o tal de Gezuiz, que realmente é glorificado nessa marcha), um grupo de apenas 8 pessoas fez um protesto silencioso, apenas estendendo faixas onde se dizia: “Voltemos ao Evangelho puro e simples. O $how tem que parar”, e estendendo versículos bíblicos em suas camisetas. Isso deveria passar totalmente despercebido, afinal, em tese, estávamos em meio a cristãos que marchavam por Cristo, ou seja, pela divulgação de Suas boas-novas, do Seu Evangelho, e versículos bíblicos como o estampado (1 Tm 6:3-10) deveriam ser vistos como um exemplo a ser seguido. Porém, essa simples manifestação cristã foi alvo de repúdio e até atos brandos de violência por boa parte da multidão, instigada pelos líderes “gospel”, o que prova que a tal marcha, de Jesus, não tem quase nada a não ser o nome.

Como imagens falam mais do que palavras, assista ao vídeo Duas Marchas, produzido por Pablo Silva:

Ainda – e sempre! – queremos a volta da igreja brasileira ao Evangelho puro e simples de Jesus, a quem dizemos seguir. A Igreja verdadeira, infelizmente, está muito distante do que vemos por aí, e a volta de Cristo está próxima, Sua noiva precisa se ataviar. Por isso, em 3 de Junho de 2010 estaremos novamente lá, mesmo que apenas 8 (o Paulo, o Diogo, o Vitor Cid, o Laudinei, o Pablo, o Júlio, a Mayara e eu – meu parto está previsto para 11 de junho, mas espero em Deus que o baby não se apresse), empunhando novamente faixas que proclamem simplesmente o Evangelho e a verdadeira conversão dos corações a Cristo, distanciando-nos de Mamom, Gezuiz e cia. Não queremos brigas, lutas, novamente não retribuiremos a possíveis manifestações contrárias, pois queremos apenas espelhar a Cristo e, assim, talvez tirar outros corações do engano religioso no qual se encontram. Quem é de Jesus não se escandaliza com Suas Palavras, mas quem é de Gezuiz as rechaça firmemente, pois essas vão contra seu propósito de juntar tesouros na terra e não no céu.

Porém, poderemos ser mais do que 8 no dia 03 de junho de 2010.

Quem mais se habilita a caminhar nessa Marcha?

Fonte: [ Uma estrangeira no mundo ]
Via: [ Púlpito Cristão ]

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Parecer com serpentes e dragões virou moda

“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com sua astúcia assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo”. 2 Co 11 v. 3

Já deixo claro que eu não estou incentivando ninguém a odiar serpentes, não estou instigando ninguém a sair matando este animal que também foi feito por Deus e tem sua importância na natureza, mas o meu propósito é levar você para uma reflexão sobre o que leva um jovem a ter esta atitude.

Eu quero apenas expor a situação praticada por alguns jovens que têm o prazer de cortar a sua língua ao meio para parecer com serpentes.

O que leva um jovem mutilar a sua língua apenas para ter esta aparência?

Quais são os valores que constroem a vida destes jovens?

Para alguns ser cristão é loucura, é idiotice, é jogar sua juventude pela janela, mas cortar a língua ao meio para ser um homem cobra não!

Adorar o criador é loucura, mas parecer à criatura é lindo!

Dizer que é cristão é motivo de gozação, mas cortar a língua, colocar alargadores nas orelhas, modificar o corpo e ficar pendurado por ganchos é radical!

Ficar parado em um bar tomando todas e sair bêbado com o carro a ponto de matar os outros ou perder a sua própria vida em um acidente, é mostrar que é “livre”!

Ser parecido com Jesus é algo ultrapassado, mas querer ser como o diabo é algo interessante! Os demônios são super heróis da garotada.

A inversão de valores está em alta, o relativismo é o dogma de muitos que se sentem “livres”, mas na verdade estão presos pela suposta liberdade.

Valores bíblicos são deixados de lado até por aqueles que estão dentro de uma igreja, o que vale é a moda e santificar qualquer atitude é radical e é gospel!

Homens cobras

Esta atitude está preocupando a sociedade, já existem mais de 2.000 pessoas com a tal língua de serpente.

Alguns Estados americanos estão querendo proibir a operação devido a tantos problemas como hemorragias difíceis de serem controladas e até mesmo infecções que podem afetar a garganta, sem contar que algumas pessoas que podem ter problemas na fala e até em sua vida social, profissional e sentimental.

Seria preconceito não querer ter um “jovem serpente” como o seu funcionário?

Não, da mesma forma que estas pessoas escolhem e tem o direito de fazer o que quiser com a sua língua, o proprietário de uma empresa tem o direito de escolher o modelo padrão que representa a sua empresa.

Não são todos que estão dispostos a ter na empresa uma pessoa que coloca as suas vontades como prioridade não importando a conseqüência deste ato. Ser livre é assumir a responsabilidade dos seus atos, mas alguns não querem assumir as suas escolhas.

Esta atitude de não querer ter um “Homem Víbora” não é um ato preconceituoso. Será que eu devo reprimir a minha opção de escolha para contratar alguém que eu não quero?

Se para este jovem, colocar como prioridade a sua vontade sem se preocupar com as conseqüências do que pode acontecer depois, ele não tem o que reclamar quando alguém coloca sua prioridade também.

Se ele quer ser livre, outros também querem.

O não aceitar certas atitudes não quer dizer que é preconceito, devemos analisar as questões que envolvem os nossos atos e como vai ser recebido pela sociedade.

Temos o direito de expressar as nossas opiniões e vontades da mesma forma que eles têm o direito de se mutilar.

Se fosse uma operação necessária visando resolver um problema de saúde poderíamos chamar a atitude de preconceituosa, mas esta questão é bem diferente.

Não estamos falando de uma pessoa que sofreu um acidente ou nasceu desta forma e ficou com um problema físico, mas aqueles que se mutilaram por escolha própria.

ISTO SERIA BOM PARA UM JOVEM CRISTÃO ?

Pare e pense: seria bom para um jovem cristão cortar a língua para parecer com serpentes?No meu ponto de vista, não. Como já disse, querer parecer uma serpente não é nada bom.

Isso limitaria a sua evangelização, não seria todos que levariam suas palavras a sério pelo sentido que este jovem deu a sua vida.

Os nossos atos são espelhos dos nossos valores.

Um jovem cristão tem que ter um único objetivo em sua vida, buscar a aparência de Cristo, agir como Cristo e ler sua palavra para conhecer mais de Cristo.

O problema não é aceitar estes jovens que vem de fora para dentro da igreja, pois quando eles fizeram isso, não tinham conhecimento da palavra de Deus, mas como entender um jovem que conhece a palavra do Senhor e quer fazer tal mutilação?

A desculpa é aquela de sempre, somos livres, podemos fazer qualquer coisa e Jesus não está preocupado com a aparência exterior, mas a interior.

Não esqueça que esta aparência é algo que passa como chuva passageira, a própria palavra de Deus diz que a aparência passa – “E os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa”. I Co 7v. 31.

E ai quando a moda passar como ficará a sua aparência?
• Será mais difícil de conseguir um seu emprego!
• Será mais difícil arrumar uma namorada que queira casar-se com uma ‘víbora’!
• Será mais difícil chegar ao pastorado, se você almeja um dia ser ministro de Deus.
• Será mais difícil fazer tudo!

A aparência conta muito para a sociedade, podemos ver em alguns seguimentos do trabalho que muitos não podem ter tatuagem ou fazer estas mutilações porque não teriam o respeito da própria sociedade.

Você não precisa disto para ser radical – viver a palavra de Deus já é algo radical!

Dizer não ao álcool, as drogas, as baladas, não ao processo de adestramento social que incute em sua mente que é necessário ter tatuagens ou piercing já é ser radical.

Isso é andar na contra mão do sistema do mundo de hoje.

Podemos impactar a vida de muitos jovens com outras atitudes, mas fazer a mesma coisa que os outros jovens fazem de você “Maria vai com as outras”. Tenha liberdade e coragem de dizer:” Eu sou de Jesus, Ele é o meu salvador e ninguém pode me separar do amor de Cristo”. Isso é ser radical.

Ser radical não é beber tudo que quiser e ficar com a boca na sarjeta porque não consegue ficar em pé. Ser derrubado por um líquido é demonstrar escravidão e não liberdade. É claro que muitos já não conseguem viver livres destas drogas, mas Jesus pode libertar você deste vício maldito.

Ter Jesus na veia é mais interessante do que ser radical apenas no visual.

Não queira ser como uma serpente, mas como Cristo.

Autor: Pr. Alexandre Farias
Fonte: [ Blog do autor ]

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Santo Daime: Que religião é essa?

Por Natanael Rinaldi

São bem oportunas as palavras bíblicas de Romanos 1.22: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos”, quando nos propomos a falar sobre o grupo religioso SANTO DAIME. Dizemos isso porque, nesse grupo religioso, aparentemente desconhecido, existem celebridades da TV que já se pronunciaram publicamente como membros dele. E não é só isso. Até o famoso pastor Neemias Marien já fez parte de reuniões religiosas onde o chá foi bebido.

Conta ele: “Concentrado no culto, cantei, com o mais vivo entusiasmo, todas as canções de louvor, mas sempre muito atento às mínimas ocorrências envolvendo os circunstantes. Vi nocauteada a resistência de muitos que se entregavam relaxados nos colchonetes e poltronas espalhados pela sala. Vi outros se transfigurarem, em êxtase, os olhos vítreos esbugalhados. Um jovem tomou-me a mão, como um náufrago perdido no mar e, literalmente, urrava como leão. Muitos vomitavam, enquanto outros corriam ao banheiro. Um outro virou uma estátua vibrante, o tempo todo em obediência a seus chakras, segundo disse. Então, após o segundo cálice, comecei a sentir as mãos frouxas e uma ligeira cãibra nas pernas, dando-me a impressão de desmaio, embora em momento algum me sentisse tenso. Procurei cantar com mais entusiasmo, mas logo percebi ser melhor procurar o sofá, no qual o meu corpo caiu pesado. Foi nesse instante que, relaxado, rendi-me ao DAIME, sem alucinações, mas com a consciência da purificação espiritual centrada em Jesus.”(…) “Creio que, também, pelo Santo Daime, pode-se contemplar a luz divina e alcançar a purificação do espírito e a cura interior.”(JESUS, A Luz da Nova Era, pp.120/21).

Pode haver maior apostasia do que essa, de se ler um pastor afirmar que “contemplou a luz divina” e alcançou a “purificação do espírito e cura interior” depois que tomou o chá ??? A luz divina, como sabemos pela Bíblia, é Jesus Cristo: “Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo” (Jo 1.9). Purificação do espírito se faz pelo sangue de Jesus e não por tomar-se um chá – “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo 1.29). E cura interior alcançamos quando atendemos ao convite de Jesus, em Mt 11.28,29: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”

O NOME

DAIME – dizem – vem do verbo dar, no imperativo. “‘Daime’ paz, ‘Daime’ saúde, ‘Daime’ felicidade!” – é a aspiração dos membros da entidade. É um tipo de seita eclética, uma mistura de espiritismo, cultos afro-brasileiros e catolicismo romano, resultantes de três culturas (a branca, a negra e a indígena). O livro sagrado que adotam é o seu hinário. As letras dos hinos constituem a diretriz para os seguidores. Todos os ensinamentos são ministrados por hinos naquele estado alterado de consciência proporcionado pelo Daime, encontrando-se neles suas crenças básicas. A principal característica do Santo Daime é o canto. São conhecidos também como “Povo de Juramidam”, expressão composta de Jura (pai) e Midam (filho). Tal é o nome que o iniciador da seita diz ter recebido das entidades divinas. Juramidam representa a segunda volta de Jesus à terra, sendo assim o povo de Juramidam o povo de Jesus Cristo. Impossível para um leitor da Bíblia ler sobre um tipo de culto envolvido com práticas mediúnicas, idolatria e feitiçaria, admitir que seja “povo de Jesus”. O próprio Jesus declara ser a luz do mundo e que aquele que o segue não andará em trevas (Jo 8.12). Em nenhuma passagem bíblica se encontra qualquer ensino de Cristo que se assemelhe a um ensino que envolva espiritismo, feitiçaria e idolatria.

O FUNDADOR

O fundador, Raimundo Irineu Serra, nasceu em 1892, no Maranhão, e faleceu em 1971. Aos 20 anos de idade, integrou um movimento migratório de nordestinos para trabalhar na extração de látex. Na floresta amazônica Irineu e seus companheiros foram misturando a sua cultura com a dos índios e aprenderam a preparar a bebida, que lhe provocava “visões”. Numa dessas “visões” apareceu-lhe uma mulher chamada Clara, que se dizia Nossa Senhora da Conceição, a Rainha da floresta. Ela falou-lhe: “Quem é que tu acha que eu sou? Ele olhou e disse: Para mim a senhora é uma Deusa Universal. Tu tem coragem de me chamar de Satanás, isso ou aquilo outro? Não, a senhora é uma Deusa Universal. Tu achas que o que tu está vendo agora, alguém já viu? O mestre Irineu refletiu e achou que alguém já podia ter visto, tantos que faziam a bebida que ele podia estar vendo o resto. A senhora então disse: O que você está vendo agora ninguém jamais viu, só tu. E eu vou te entregar esse mundo para tu governar. Agora tu vai se preparar, porque eu não vou te entregar agora. Vai ter uma preparação para ver se você tem merecer verdadeiramente: você vai passar oito dias comendo só macaxeira (mandioca) cozida, com água e mais nada.”

Relatou Irineu que foi ela quem deu o nome de Santo Daime à bebida e ditou normas para a realização do ritual. Ele adquiriu poderes extra-sensoriais e aí passou a ter vidência e a comunicar-se com os mortos. Nas reuniões evocam Jesus Cristo e os santos católicos como Nossa Senhora da Conceição, São João Batista, São José. Paralelamente evocam entidades indígenas como Tuperci, Ripi Iaiá, Currupipipiraguá, Equior, Tucum, Barum, Marum Papai Paxá, B. G., Rei Titango, Rei Agarrube, Rei Tintuma, Princesa Soloína, Princesa Janaína e Marachimbé.

EFEITOS DO CHÁ

A bebida é preparada com o cozimento de dois vegetais da floresta amazônica: o cipó jagube (Banisteriopsis caspi) e a folha chacrona (Psychotria veridis). É conhecida como ayahuasca ou, abreviadamente, OASCA. É ingerida para proporcionar vidências, comunicação com espíritos, alívio físico e psíquico, curas, etc. É uma porta aberta para os estados alterados de consciência. Produz um desarranjo intestinal tão violento que a pessoa que o bebe sente necessidade de ter ao seu lado um vomitório móvel porque não há tempo de ir ao banheiro comum.

UM CULTO ABSURDO

É tão absurdo esse culto do Santo Daime que se declara: “Há quem vomite e quem seja cometido de desarranjos intestinais, ou as duas coisas juntas. E com que objetivo? Ocorrendo a ânsia de vômitos e a diarréia depois que se toma o chá é que a pessoa está passando por uma espécie de ‘limpeza espiritual’. Ou seja, de alguma maneira está se livrando de tudo aquilo que a impede de estar em comunhão com Deus” É esse um culto racional? Paulo recomenda que apresentemos os nossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o nosso culto racional (Rm 12.2).

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Artigo de Natanael Rinaldi, na revista Defesa da Fé.

Para ler o artigo completo e conhecer a refutaçao bíblica da heresia do Santo Daime, acesse o site Apologia do Cristianismo

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Luciano Ferrari
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Como a doutrina da providência pode te ajudar a Morrer bem, servir corajosamente, e cuidar de sua esposa

Esta é uma parte da carta que Guido de Bres, o autor da Confissão Belga, escreveu a sua esposa enquanto estava preso no Black Hole de Brunain por sua fé protestante.

Minha querida e mui amada esposa em nosso Senhor Jesus, seu sofrimento e angústia são a causa de escrever esta carta. Eu peço encarecidamente para que não se entristeça além da conta… Nós sabíamos, quando nos casamos, que poderíamos não ter muitos anos juntos, e o Senhor nos deu graciosamente sete. Se o Senhor tivesse desejado que vivêssemos juntos por mais tempo, ele poderia facilmente fazê-lo assim. Mas tal não era o seu prazer. Deixe a Sua boa vontade ser feita… Além disso, considere que eu não caí nas mãos dos meus inimigos por acaso, mas pela providência de Deus… Todas essas considerações fizeram meu coração alegre e pacífico, e peço-vos, minha querida e fiel companheira, para que se alegre comigo, e agradeça ao bom Deus pelo que está acontecendo, pois ele não faz nada que não seja totalmente bom e correto… Imploro-te, então, que sejas confortada no Senhor, dedicando a si mesma e os seus afazeres a Ele. Ele é o esposo da viúva e o pai do órfão, e Ele nunca te deixará e nem te desamparará.

Em 31 de maio de 1567, Guido de Bres, 47 anos, foi enforcado publicamente na Praça do Mercado de Valenciennes. Ele foi empurrado para fora do cadafalso enquanto exortava a multidão a ser fiel às Escrituras e respeitosa aos magistrados. Seu corpo foi enterrado em uma cova rasa de onde foi posteriormente desenterrado e dilacerado por animais selvagens.

Agradeço a Deus pelo exemplo de coragem e firmeza de Bres. Aqui está outro”homens dos quais o mundo não era digno” (Hebreus 11:38). Sou grato também pela Confissão Belga. E sempre que leio esta comovente e inspiradora carta, sou grato por ele ter escrito a sua esposa da prisão.

Autor: Kevin DeYoung
The Gospel Coalition
Via: [ Reforma e Razão ]
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Luciano Ferrari
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Dia da Evangelização Internética

O Dia da Evangelização Internética é um dia especial para aquelas igrejas que querem explorar em conjunto com seus membros as fascinantes oportunidades para compartilhar as Boas Novas na rede. Materiais preparados e disponíveis gratuitamente para download e ser rapidamente utilizadas na montagem de apresentações de 5 a 50 minutos de duração. Os materiais disponíveis incluem apresentações seriadas, videoclipes, roteiros de peças e canções, etc.

Muitas igrejas estarão comemorando este evento neste ano de 2010 pela sexta vez desde que o mesmo foi lançado em 2005. Desde então a mídia digital se desenvolveu de maneira impactante com o advento do YouTube, Facebook e Twitter e com o uso crescente de dispositivos de telefonia móvel que acessam os serviços online.

O website do Dia da Evangelização Internética centraliza informações que cobrem vários assuntos incluindo-se aí: como construir um website para sua igreja que seja amigável para ‘os de fora’, como fazer uso do Twitter para evangelizar e idéias para blogar de maneira eficaz. O mais supreendente é que você não precisa ser um nerd para compartilhar sua fé no mundo online. O site ainda ainda oferece a você a oportunidade para se voluntariar e servir como mentor para quem tiver dúvidas em variados ministérios disponíveis online.

O Dia da Evangelização Internética é uma iniciativa da Coalizão Internética de Evangelismo, sediada no Billy Graham Center, na cidade de Wheaton, Illinois, nos EUA. É uma iniciativa apoiada por um grande número de líderes e grupos cristãos. O bem conhecido autor John Stot declarou – “eu fico muito contente em recomendar o Dia da Evangelização Internética”. É uma excelente oportunidade para que igrejas passem a explorar ou explorem de forma melhor as oportunidades trazidas com a internet.

A data mundial para o evento é o dia 25 de abril. Mais informações você pode obter aqui.

Fonte: [PavaBlog]

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Luciano Ferrari
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